A infertilidade feminina é um problema que afeta muitas mulheres, principalmente após os 35 anos de idade. Conforme a idade avança, a taxa de ovulação começa a cair, bem como as chances de engravidar.

Entenda as principais causas da infertilidade feminina

A infertilidade feminina é um problema que afeta muitas mulheres, principalmente após os 35 anos de idade. Conforme a idade avança, a taxa de ovulação começa a cair, bem como as chances de engravidar.

Além do próprio processo de envelhecimento, existem outras causas que podem aumentar as possibilidades de infertilidade feminina. O especialista em Reprodução Humana, Alfonso Massaguer, lista abaixo os principais fatores que causam a infertilidade feminina, veja:

Endometriose

De acordo com o especialista, a endometriose é uma das principais causas de queda na taxa de fertilidade. Isso porque o endométrio acaba revestindo outros órgãos além do útero, e muitas vezes o diagnóstico da doença é tardio, comprometendo a produção de óvulos que é diretamente afetada.

Mioma

É um outro fator que pode ocasionar a infertilidade feminina. Apesar de ser um tumor benigno, o mesmo se desenvolve no útero. “O mioma surge nas camadas musculares e cresce tanto por dentro como por fora do útero, podendo acometer também a região do colo do útero”, explica Alfonso.

Alterações Tubárias

O surgimento de alterações tubárias que são encurtamentos, deformações e obstruções nas tubas que afetam diretamente a concepção, podem aumentar em até 35% a taxa de infertilidade feminina, segundo o médico.

Distúrbios hormonais

Os distúrbios hormonais também podem diminuir a fertilidade das mulheres. Isso porque a produção de hormônios está diretamente ligada a ovulação. Elas acabam dificultando não só o crescimento dos óvulos, como também, a liberação. Esses distúrbios hormonais podem ser desencadeados por uma série de fatores que vão desde o uso de determinados medicamentos, até doenças como o hipertireoidismo.

Síndrome dos Ovários Policísticos

A síndrome dos ovários policísticos, também conhecida como SOP é caracterizada pelo desenvolvimento de cistos que aumentam o tamanho dos ovários. Com isso, a fertilidade é diretamente afetada. O mal atinge pelo menos 7% das mulheres em idade reprodutiva.

Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s)

Várias doenças sexualmente transmissíveis também podem desencadear a infertilidade feminina, como a gonorreia e a clamídia, por exemplo. Isso porque, elas afetam não apenas o aparelho reprodutor da mulher, mas também na saúde como um todo.

Causas Genéticas

Um dos maiores fatores de infertilidade feminina são justamente causas genéticas. Muitas mulheres já têm uma pré-disposição em desenvolvê-la. Geralmente ela surge por conta de casos de doenças como endometriose na família.

Doenças Crônicas

Doenças crônicas como a diabetes também podem desencadear a infertilidade feminina, pelo fato de gerar uma série de alterações no corpo, inclusive hormonais.

Uso Prolongado de Anticoncepcionais

Muitas mulheres fazem uso prolongado de anticoncepcionais, e isso também pode ser um dos fatores de infertilidade. Muitas mulheres precisam ficar até um ano sem tomar qualquer tipo de medicamento do gênero para conseguirem engravidar. Já outras, precisam buscar alternativas, como a fertilização in vitro. Uma coisa importante para as mulheres que desejam engravidar é procurar um especialista. “Somente um médico especializado em fertilidade poderá verificar os níveis de fertilidade, indicando assim o tratamento adequado. Além disso, existem vários cuidados que evitam a infertilidade feminina. Desde manter uma boa alimentação até fazer consultas e exames periódicos”, aconselha o especialista.

Covid-19 e Gravidez

Grávidas foram incluídas recentemente no grupo de risco para a doença. Dessa forma, o momento não é o mais adequado para engravidar. Por outro lado, mulheres com mais de 35 anos ou aquelas com alguma doença que comprometa os ovários, devem pesar o risco em aguardar por um tratamento.

Segundo o médico, “o congelamento de óvulos e embriões é uma técnica rotineira e que ajuda muito as mulheres que podem esperar passar esse período de pandemia.” Até o momento não há indícios de que a covid-19 cause infertilidade, por isso sempre consulte o seu médico.

Por conta do isolamento social devido à pandemia da COVID-19, muitos brasileiros tem utilizado cada vez mais os aparelhos eletrônicos e isso tem causado danos à visão.

Excesso de uso de aparelhos eletrônicos pode acarretar danos à visão, segundo especialista

Por conta do isolamento social devido à pandemia da COVID-19, muitos brasileiros tem utilizado cada vez mais os aparelhos eletrônicos e isso tem causado danos à visão. Neste período de quarentena foi registrado um aumento médio de 30% no tráfego de internet no Brasil, segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil).

Além da possibilidade de agravar problemas oftalmológicos já existentes, este hábito tem favorecido o aumento de casos da Síndrome da Vista Cansada. Com a vista fixada nas telas, recebendo a luz emitida pelo aparelho, as piscadas de olho tendem a ser mais espaçadas, resultando em ressecamento e fadiga ocular. Visão turva, vermelhidão nos olhos e tensão ocular também são sintomas do problema.

A Síndrome da Visão por Computador (CVS) é causada pelo uso excessivo dos aparelhos digitais que emitem luz azul, prejudicial para a retina. A proximidade da luz aos olhos também causa danos à visão.

Dificuldades ao enxergar

O oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, explica que a sensação de miopia, que é a dificuldade de enxergar de longe, pode ser outra consequência do problema. “A “falsa” miopia ocorre porque um músculo dentro do olho, chamado ciliar, se contrai para focalizar imagens próximas, esforçando-se para encontrar o foco. Com o esforço constante, ele entra em fadiga e para conseguir focalizar as imagens de longe, este músculo precisa estar relaxado”, afirma.

Pessoas que têm hipermetropia são mais suscetíveis a ter a falsa miopia porque esta disfunção por si só já é um tipo de dificuldade de enxergar de perto, pois o olho é um pouco menor do que o normal, o que provoca uma focalização errada da imagem que se forma após a retina.

Dessa forma, para focar imagens de perto, o hipermétrope acaba fazendo um esforço exagerado e pode sofrer espasmos nessas musculaturas. “Os músculos se contraem e a visão permanece focada para perto, porém embaçada para longe, dando a falsa impressão de miopia”, comenta o oftalmologista.

Segundo o especialista, em adultos, esse esforço repetitivo não necessariamente levará o paciente a ser míope de fato ou ter danos à visão. No entanto, crianças com a visão em formação têm quase o dobro de chances de desenvolver miopia acomodativa e, a longo prazo, mais propensão a desenvolver miopia verdadeira.

Para saber se a miopia é “falsa” ou “verdadeira” o oftalmologista precisa fazer uma avaliação completa dos olhos. A miopia verdadeira ocorre quando o olho é mais longo do que o normal, o que faz com que os raios de luzes sejam focados muito antes na retina, prejudicando assim a visão de longe.

Sintomas

Embora os sintomas sejam os mesmos, os meios de correção são diferentes, segundo o médico. Na verdadeira miopia, podem ser utilizados óculos e lentes de contato ou cirurgias reparadoras à laser, pois se trata de um problema anatômico. Para a falsa, pode ser indicado o uso de colírios, exercícios visuais e até óculos para perto.

A melhor forma de se prevenir contra os danos à visão relacionados ao uso excessivo de aparelhos eletrônicos é dar pausas no computador a cada hora e olhar para o horizonte, manter a tela do computador na altura da linha dos olhos, dar preferência a monitores com alta resolução, piscar mais vezes e, principalmente, reduzir a utilização destas tecnologias.

No Brasil há cerca de 18,6 milhões de pessoas que convivem com o transtorno de ansiedade segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Como lidar com a ansiedade no atual cenário que vivemos

No Brasil há cerca de 18,6 milhões de pessoas que convivem com o transtorno de ansiedade segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso representa 9,3% da população e são dados anteriores à pandemia da COVID-19. Um cenário já preocupante, pois o país ocupava o segundo lugar no ranking mundial e, agora, esse número pode ter se agravado ainda mais.

A psicóloga Júlia Rabelo explica que a pandemia é um momento cheio de gatilhos para quem convive com a ansiedade. “Vivemos em um momento difícil de pandemia. As incertezas, o medo e a angústia nos despertam inúmeras alterações físicas e psicológicas, podendo gerar a ansiedade. Todas essas mudanças bruscas em nossa rotina podem despertar sentimento de impotência, de incerteza, de medo, de solidão, entre outros”.

Segundo a especialista, “neste período precisamos atentar ainda mais aos danos emocionais que possam vir a surgir provocados pela situação atual. Cuidar da saúde mental e do bem-estar psicológico e social é tão importante quanto preservar a saúde física”, explica.

Mudanças bruscas na rotina

A interrupção e as mudanças na rotina com restrição à liberdade possibilita uma reflexão pessoal e novas formas de lidar com os problemas.

De acordo com a psicóloga, nesse momento de maior distanciamento social, as pessoas se deparam com a desconstrução de um padrão de vida existente.

“É importante salientar que precisamos nos reorganizar em alguns aspectos da vida cotidiana. Por exemplo: na rotina doméstica, no trabalho em home office, na relação com as crianças e, principalmente, com os nossos próprios cuidados pessoais. Esta reorganização nos ajuda a reduzir os níveis de stress e ansiedade”, sugere a psicóloga. Ainda, a respeito da ansiedade, a profissional fornece algumas orientações:

  • No início do dia, é importante estabelecer rotinas e planejamento diário. Ou seja, estabelecer horário para acordar, alimentar-se etc. Isso favorecerá um maior equilíbrio emocional.
  • Procure dividir tarefas domésticas, realize atividades prazerosas em grupo e, importante ressaltar, a manutenção de uma rotina de atividades individuais.
  • A alimentação e os exercícios físicos têm um importante papel na redução da ansiedade. Procure ter bons hábitos alimentares.

Vale ressaltar outros sintomas intensificados pela ansiedade: insônia, falta ou excesso de apetite, tristeza, irritabilidade, morosidade no acesso à memória, entre outros.

Estes sintomas são externalizações de sofrimento psíquico e o indicativo para estes casos. Ou seja, procure um profissional da Psicologia e realize uma avaliação adequada de seu quadro emocional. Assim, haverá um encaminhamento para a forma de tratamento e que proporcione o cuidado necessário à saúde psíquica da pessoa.

As doenças no coração são mais comuns do que parecem. Mas com algumas atitudes simples podemos evitar uma gama extensa de problemas.

5 hábitos simples que reduzem as chances de doenças no coração

As doenças no coração são mais comuns do que parecem. Mas com algumas atitudes simples podemos evitar uma gama extensa de problemas. Cerca de 350 mil pessoas por ano morrem no Brasil vítimas de arritmias cardíacas, segundo pesquisa realizada em 2019 pelo Ministério da Saúde.

Além de arritmia, doenças no coração como angina instável e estável, infarto, hipertensão e sopro no coração estão cada vez mais comuns no dia a dia das pessoas. O coordenador de cardiologia do Hospital Santa Catarina, Diego Gaia, explica que “a prevenção é a melhor maneira para manter o coração fora de riscos e alguns hábitos simples inseridos no dia a dia podem evitar problemas futuros”.

O especialista elenca cinco dicas que podem reduzir consideravelmente as doenças no coração, veja:

Consumo de alimentos saudáveis

A alimentação saudável é um dos principais fatores para evitar doenças cardiovasculares. O cardiologista afirma que o ideal é investir em frutas e verduras e é primordial evitar o excesso de sal e açúcar. Frituras e alimentos processados devem ser consumidos com moderação. Esses alimentos são verdadeiros vilões, já que podem elevar o colesterol ruim (LDL), um dos responsáveis por depositar gordura na parede das artérias.

Exames preventivos

É importante sempre realizar exames de rotina para o coração, principalmente depois dos 40 anos. Geralmente, antes dessa idade, é indicado procurar um cardiologista caso perceba algum sinal atípico., pois um grande problema poderá ser evitado se agir com antecedência.

Prática de exercícios com regularidade e peso sob controle

De acordo com o especialista, fazer atividades físicas regularmente é benéfico para a saúde no geral. Mas, se tratando de doenças no coração, é ainda mais importante, pois os hormônios como a endorfina liberados pelo organismo após o exercício relaxam a parede das artérias. Com a queda da pressão arterial, a taxa de glicose diminui e o índice do colesterol bom aumenta. O médico recomenda praticar 30 minutos de qualquer atividade física seja uma corrida, musculação ou esportes com bola, no mínimo três vezes por semana.

Fatores de risco

A maioria das mortes por doenças cardíacas poderiam ser evitadas se a pessoa controlasse o colesterol ruim (LDL) do corpo. Portadores ou pessoas com histórico familiar de diabetes e hipertensão devem redobrar a atenção.

Consumo do cigarro

O tabagismo é um dos maiores potencializadores de doenças no coração. Entre as mais comuns causadas pelo fumo estão pressão alta, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Seguindo essas dicas de hábitos simples no dia a dia, é possível evitar graves doenças no coração. Sempre que perceber algo estranho, procure um especialista e faça os exames preventivos.

Por conta do isolamento social, a mudança brusca na rotina, de horários, local de trabalho e estudo trazem algumas consequências ao corpo, e uma delas é o aumento do peso.

Seis dicas para não ganhar peso durante o isolamento social

Por conta do isolamento social, a mudança brusca na rotina trazem algumas consequências ao corpo, e uma delas é o aumento do peso. Segundo o endocrinologista Fabiano Lago, “neste momento, lidar com a comida tornou-se o problema de muitas pessoas que mudaram repentinamente a rotina alimentar. É preciso saber lidar com a ansiedade, colocar em prática a disciplina e seguir algumas técnicas durante este período”, explica.

Segundo o médico, a alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos não podem ser deixados de lado neste momento de isolamento social. O especialista separou seis dicas para quem não quer engordar durante a quarentena, veja:

Alimente-se com comida saudável

Estudos apontam que os ultras processados podem ser o principal motivo de ganho de peso. E nesse período de isolamento social, eles acabam sendo mais práticos, porém um vilão para a saúde.

Uma alimentação com ingredientes naturais, nutritivos e sem adição de substâncias químicas trazem diversos benefícios à saúde. “Em geral, as ‘comidas de verdade’ têm maior quantidade de nutrientes do que em suas versões refinadas e fazem com que o nosso corpo fique saciado por mais tempo. Ou seja, se pedir delivery, opte por uma comida caseira e de melhor qualidade, em vez de um sanduíche ou comida congelada com conservantes”, aconselha o endocrinologista.

Mastigue bem os alimentos

Parece simples, mas mastigar tem grande importância na alimentação. Basicamente, quando se come devagar, se sente melhor o sabor de cada alimento e a sensação de saciedade vem mais rápido.

Aposte nos chás

Para reduzir o estresse, ansiedade e, consequentemente, a vontade de comer, os chás são ótimos aliados. Além de serem antioxidantes, os chás auxiliam no emagrecimento e na diminuição da fome. “É importante saber identificar a verdadeira fome. Muitas vezes, nosso cérebro avisa que estamos precisando de comida, mas na verdade precisamos de hidratação”, explica Fabiano Lago. A dica é apostar em chás feitos a partir de ervas, flores ou frutas, como de camomila, erva doce, verde, gengibre ou tulsi.

Prefira doces amargos

Diversos estudos mostram que doces amargos diminuem a vontade de comer açúcar. “Adaptar a rotina e o paladar são as dicas para conseguir substituir o chocolate ao leite pelo 85 ou 90% cacau”, orienta o especialista.

Mova o corpo

Com o isolamento social, o ritmo de atividades físicas pode ter diminuído, mas é importante manter o corpo em movimento. Crie em casa circuitos de atividades, aposte em aplicativos de treino ou até mesmo lives em plataformas gratuitas. A dica é não deixar o corpo parado para equilibrar o ganho de calorias ingeridas no dia a dia com o gasto de energia nos exercícios.

Estabeleça metas

Segundo o médico, estabelecer metas de exercício, mesmo que pequenas, fazem diferença. Por exemplo, um dia sem comer doce, beber dois litros de água ou um dia sem carne. O importante é manter-se motivado para não perder o foco. “Cada meta atingida mantém a motivação e cada dia é um passo mais próximo para alcançá-lo. Ir aos poucos é bom para saúde e não se cobrar tanto só traz benefícios em todos os sentidos”, aconselha Fabiano.

O importante é ficar atento à saúde no isolamento social e se policiar para manter uma rotina saudável. As adaptações vêm com o tempo e o corpo agradece.

O home office durante a pandemia do novo coronavírus foi fator determinante para a mudança na rotina de muita gente. Entenda como evitar dor nas costas.

Dor nas costas aumenta no home office durante a pandemia

O home office durante a pandemia do novo coronavírus foi fator determinante para a mudança na rotina de muita gente. Quem estava acostumado com o ambiente confortável do escritório, rapidamente teve que improvisar um lugar para trabalhar em casa.

A maioria adaptou a mesa de jantar da sala ou da cozinha em mesa de trabalho. Outros transformaram um cômodo em escritório para desenvolver suas atividades. Durante as primeiras semanas essa mudança foi bem vista e funcionou. Porém, segundo um levantamento do Google Trends, a expressão “dor nas costas” foi uma das mais buscadas no Brasil em abril de 2020.

A dor nas costas causada pelo home office durante a pandemia traz grandes incômodos em algumas pessoas, principalmente naquelas que já estão pré-dispostas a terem problemas na coluna. A professora-doutora de Fisioterapia da Universidade Positivo, Christina Cepeda, explica que em um primeiro momento, usar o computador na mesa de jantar, no sofá ou na cama pode até parecer confortável, mas, ao longo do dia, além de ser prejudicial à saúde, também pode reduzir a produtividade. “Posturas inadequadas diminuem a concentração e podem causar dores e/ou até lesões no futuro”, alerta.

Veja a seguir algumas dicas para reduzir o mal-estar e evitar dores e problemas na coluna no home office durante a pandemia:

Ajuste o local de trabalho

Como não é possível mudar a altura da mesa, Christina aconselha o uso de uma cadeira de altura regulável ou uma almofada para adaptar à altura. Deixe, no mínimo, 20 cm entre a mesa e o assento da cadeira. Pessoas de baixa estatura podem providenciar um apoio para os pés.

A altura do monitor deve ser ajustada de forma que a porção superior da tela permaneça na altura da linha visual. Assim, é possível ter uma boa visão sem a necessidade de projetar o pescoço para frente. A distância da tela deve ser de 40 a 70 cm, já sentado. “A iluminação também é importantíssima, pois com uma luz fraca, a pessoa tende a se inclinar em relação à tela”, adverte.

Atenção à postura

A regra é manter as costas retas, antebraços apoiados sobre o tampo, coxas em 90 graus em relação ao tronco, joelhos e pés também a 90 graus, assim como o ângulo entre o pescoço e o queixo.

Os pés devem estar apoiados no chão e, eventualmente, podem ser estendidos para a frente – nunca para trás. “Evite inclinar o pescoço e/ou aproximá-lo ao peito, pois essas posições podem gerar tensões nos ombros e nas costas”, orienta Christina.

Prepare o corpo

Segundo a especialista, ao acordar, os músculos não estão preparados para movimentos. Por isso, ao fazer home office durante a pandemia, é indicado respirar fundo, se espreguiçar e realizar alongamento da musculatura do tronco, dos braços e das pernas. “Com isso, ativamos os sistemas do nosso corpo, de forma gradativa”, explica.

Dê uma pausa

Ficar muito tempo na mesma posição prejudica não apenas a coluna, mas também a circulação. “Bastam cinco minutos de intervalo a cada 40 minutos sentado para driblar a sobrecarga na articulação”, afirma Christina.

Dar uma volta, alongar-se e até mesmo deitar por um breve momento pode evitar dores e lesões, reduzindo a pressão nos discos vertebrais e as tensões na coluna. A especialista ressalta que a coluna é um dos pontos onde mais se sente dor, mas existem outras regiões que também merecem atenção, como ombros, punhos e panturrilhas. “Alongá-las ajuda muito a prevenir futuras dores”, sugere.

Movimente-se

Ainda de acordo com a especialista, uma das melhores maneiras de preservar a coluna no home office durante a pandemia é ter uma boa estrutura muscular. Ou seja, o equilíbrio de forças dos músculos que estabilizam a coluna vertebral. “Os exercícios físicos regulares fortalecem a musculatura da coluna e melhoram a postura e podem ser feitos mais de uma vez por dia”, indica.

Em tempos de isolamento social, é fundamental realizar atividades como alongamentos, abdominais, prancha, mini agachamento com apoio das costas na parede, flexões de membros superiores com as mãos apoiadas na parede ou no chão utilizando o peso do próprio corpo. Além de outros exercícios que podemos realizar de forma segura, sem a presença de equipamentos.

Alívio da dor

Para quem já está sentindo dor ou tensão nos músculos, Christina indica colocar uma bolsa de água quente enrolada em uma toalha na região cervical ou na região lombar, por até no máximo 20 minutos. “O calor auxilia na melhora da circulação local e no relaxamento dos músculos, aliviando a dor”, ensina.

O home office durante a pandemia tem sido uma realidade para a maioria das pessoas, por isso, se as dores persistirem, procure um atendimento médico profissional, preferencialmente virtual enquanto durar a quarentena.

Durante a pandemia da COVID-19 as máscaras são itens essenciais como barreiras de proteção contra o vírus e evitar embaçar as lentes tem sido um desafio para os usuários de óculos de grau.

4 dicas para evitar embaçar as lentes com o uso das máscaras de proteção

Durante a pandemia da COVID-19 as máscaras são itens essenciais como barreiras de proteção contra o vírus e evitar embaçar as lentes tem sido um desafio para os usuários de óculos de grau. O Ministério da Saúde orientou o uso das máscaras de pano, porém tem gerado um desconforto maior devido ao embaçamento das lentes. Isso ocorre devido a espaços onde passam o ar quente da respiração e dificulta o uso dos óculos.

A oftalmologista Keila Cristina Prado separou algumas dicas para evitar embaçar as lentes durante o uso de máscaras. Veja abaixo:

Fita dupla face

Com uma fita dupla face, coloque a fica para aderir a máscara ao nariz em três a quatro pontos. Antes de colocar a fita, deve limpar a pele para retirar a oleosidade, coloque a fita em locais que evitem que o ar ultrapasse pela parte superior.

Guardanapo de papel

Use um pedaço de guardanapo, o ideal é que seja o mais macio possível. Dobre pouco menos da metade e coloque por dentro da máscara, na parte onde encaixa o nariz. Importante ficar bem firme no nariz.

Sabão seco

Com um sabão seco e um paninho de microfibra, aplique o sabão nas lentes, depois passe o pano de microfibra até tirar o excesso e ficar transparente. Basta ajustar os óculos com a máscara.

Higienização dos óculos

Produtos à base de álcool devem ser evitados tanto nas lentes como na armação, pois podem danificar a longo prazo. Água na temperatura ambiente e sabão neutro são ideias para a higienização.

As atividades cognitivas melhoram o desempenho da saúde mental. E, por isso, nesse período de quarentena, exercitar a memória e a concentração tem sido proveitoso para os idosos não entrarem em depressão.

Veja dicas de como preservar a saúde mental dos idosos em quarentena

As atividades cognitivas melhoram o desempenho da saúde mental. E, por isso, nesse período de quarentena, exercitar a memória e a concentração tem sido proveitoso para os idosos não entrarem em depressão.

É comum observarmos uma diversidade de estilos de vida dos idosos que estão vivendo cada vez mais. Vemos idosos morando sozinhos e idosos que não tem companhia para interagirem. Com isso, pessoas de seu círculo social podem acreditar que a tristeza e a reclusão constantes são comuns; porém, podem representar uma doença relacionada a saúde mental: sintomas de depressão.

O momento de isolamento social decorrente da quarentena que estamos vivenciando pode ser um fator agravante de sintomas depressivos. Isso se dá por idosos ficarem longe da família e vivenciarem uma rotina mais ociosa.

Atividades educacionais e de lazer favorecem a saúde mental

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgados na última pesquisa de 2013, pessoas com idades entre 60 e 64 anos representam a faixa etária com maior proporção (11,1%), entre os 11,2 milhões de brasileiros diagnosticados com a depressão e este índice vem aumentando com o passar dos anos.

Estudos indicam que a participação em atividades culturais, educacionais e de lazer para o corpo e para a mente são formas eficazes para a proteção e prevenção da saúde mental, pois interferem no humor, aliviam os sintomas de estresse e diminui a sensação de solidão.

Segundo a especialista em Gerontologia da USP, Thaís Bento Lima, é importante ficar atento à qualidade do sono. “A realização de uma alimentação rica em nutrientes importantes para a saúde geral e a realização de atividades dentro de casa que tenham significado, como ler, assistir um filme, arrumar seus pertences e armários e praticar exercícios de estimulação cognitiva, como a ginástica para o cérebro, por exemplo, são fundamentais para um sono de qualidade e uma boa saúde mental”, explica.

Porém, como a orientação é que os idosos fiquem em casa, é preciso se reinventar. Alguns exercícios que estimulam o cérebro podem ser feitos em casa e garantem muito divertimento, além de uma mente mais ativa e desafiada.

São as chamadas neuróbicas, ou seja, “aeróbica para os neurônios”, que consistem em executar uma atividade rotineira de maneira diferente, fazendo com que o cérebro saia da zona de conforto e fortaleça as conexões entre os neurônios.

Exemplos de atividades neuróbicas

*Veja fotos de cabeça para baixo e tente observar cada detalhe

*Veja as horas num espelho; use o relógio de pulso no braço direito (ou no braço esquerdo, se for canhoto)

*Decore uma palavra nova de outro idioma por dia

*Monte um quebra-cabeça e tente encaixar as peças corretas o mais rapidamente que conseguir, cronometrando o tempo.

*Ouça as notícias na rádio ou na televisão quando acordar. Durante o dia, escreva os pontos principais de que se lembrar.

*Ao ler uma palavra, pense em outras cinco que comecem com a mesma letra.

*Escove os dentes ou escreva em uma folha de papel com a mão contrária da de costume

O treinamento cognitivo ajuda a manter o cérebro saudável, otimizando o desempenho de habilidades como a memória, a concentração, o raciocínio e a criatividade. Assim como postergando o aparecimento de demências e doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, por exemplo.

 

 

No combate ao Coronavírus, as máscaras caseiras têm contribuído muito para evitar a propagação do vírus entre as pessoas em ambientes públicos.

Máscaras caseiras contribuem na redução do contágio da Covid-19

No combate ao Coronavírus, as máscaras caseiras têm contribuído para evitar a propagação do vírus. O uso de máscaras diminui a exposição e o risco de contaminação da Covid-19.

Um método eficaz para reduzir o contágio do Coronavírus é o isolamento social. Mas nem sempre é possível ficar isolado 100%. Pois há uma saída necessária para ir ao supermercado, por exemplo, ou no caso de algumas pessoas que não podem optar pelo home office.

Para esses casos, o uso de máscaras caseiras pode funcionar como um importante recurso para diminuir a exposição e o risco de contaminação. O Coronavírus é espalhado por gotículas expelidas por pessoas contaminadas quando conversam, tossem ou espirram. As máscaras atuam como barreira física para reduzir a formação de gotículas.

Pensando nisso, as autoridades da saúde no Brasil recomendam que a população comece a utilizar máscaras faciais. Porém com uma ressalva: as máscaras profissionais devem ser de uso exclusivo de profissionais de saúde que estão atuando no atendimento dos pacientes. Ou seja, como forma de prevenção no geral, é recomendado o uso de máscaras caseiras.

A supervisora de enfermagem da SOS Vida, Samanta Campos, explica que “atualmente é percebido um fornecimento irregular de máscaras do tipo cirúrgica, N95 e PFF2, que são EPIs indispensáveis para todas as instituições de saúde. Por isso é importante que seu uso seja exclusivo para profissionais de saúde, pacientes com Covid-19 e seus cuidadores”.

Recomendações de órgãos de Saúde 

A nova recomendação do Ministério da Saúde e da Anvisa é que a população em geral adote o uso de máscaras de outros materiais (TNT, algodão etc.), produzidas em casa ou por empresas.

No começo de abril deste ano, o ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, informou que era possível criar uma máscara em casa. “Você pode fazer uma máscara ‘barreira’ usando um tecido grosso, com duas faces. Não precisa de especificações técnicas. Ela faz uma barreira tão boa quanto as outras máscaras. A diferença é que ela tem que ser lavada pelo próprio indivíduo para que se possa manter o autocuidado. Se ficar úmida, tem que ser trocada. Pode lavar com sabão ou água sanitária, deixando de molho por cerca de 20 minutos. E nunca compartilhar, porque o uso é individual”, explica.

Especialistas explicam que o uso de máscaras caseiras pode reduzir de 60 a 70% da carga do vírus exalada pela pessoa contaminada, esteja ela sintomática ou não. Dessa forma, reduzem as possibilidades de contaminação de outras pessoas, protegendo a si mesmo e a outros.

“O uso das máscaras caseiras devem contribuir para reduzir a circulação do vírus entre as pessoas que circulam em ambientes públicos. Porém, é preciso lembrar que não é uma medida 100% eficaz, por isso os cuidados com higiene e o afastamento social devem ser respeitados”, explica Samanta.

Riscos do uso inadequado

É preciso tomar alguns cuidados com relação ao manuseio das máscaras caseiras ou profissionais. Há suspeitas de casos de Coronavírus na Itália, em que os profissionais de saúde se contaminaram ao remover os Equipamentos Individuais de Proteção (EPI). Portanto a orientação é segurar nas alças ao retirar a máscara, evitando o contato com a área úmida.

Em seguida, é recomendável lavar a mão. Também é necessário cuidado para não tocar na máscara e no rosto com a mão suja. Após o uso, a máscara deve ser guardada eu uma sacola plástica ou envelope de papel.

A máscara protege a boca e nariz, contudo também há risco de contágio pela mucosa dos olhos. Por isso, é indicado evitar aglomeração e manter o isolamento social mesmo para quem está de máscara.

Uma medida importante é trocar o objeto a cada 2 horas ou quando estiver molhado. Portanto, é indicado ter entre 4 e 5 máscaras caseiras em casa, que podem ser lavadas após o uso com água e sabão.

Como fazer sua máscara caseira

As orientações do Ministério da Saúde para produção da máscara é que ela cubra totalmente o nariz e a boca, sem deixar espaços nas laterais.

Há diferentes formas de fazer uma máscara caseira. Assista aos vídeos abaixo que o Ministério da Saúde publicou com o passo a passo sobre como produzir sua máscara caseira:

Aprenda a fazer sua máscara caseira

Aprenda a fazer máscara de pano com o Ministério da Saúde.

A pandemia do Coronavírus (COVID-19) trouxe alguns desafios nas vidas das pessoas e, um deles, é como manter o bem-estar durante a quarentena.

Veja dicas de como manter o bem-estar durante a quarentena

A pandemia do Coronavírus (COVID-19) trouxe alguns desafios nas vidas das pessoas e, um deles, é como manter o bem-estar durante a quarentena. As dores no corpo começam a aparecer para quem estava acostumado com uma rotina de exercícios físicos e não tem condições de praticar em casa.

O estresse, dores de cabeça e até mesmo gripes e alergias tem sido uma reclamação comum de muita gente. Mas para manter o bem-estar durante a quarentena, é preciso uma disciplina e alguns cuidados básicos com a saúde. Veja:

Ter uma boa qualidade de sono

Dormir mal ou dormir menos de 8 horas prejudica a produção das células de defesa do organismo. Por isso que afeta o humor e o psicológico e o bem-estar fica de lado.

Identificar os motivos das dores de cabeça

Cerca de 95% das mulheres e 90% dos homens admitem terem sofrido algum tipo de dor de cabeça em um ano. Vários fatores podem desencadear este incômodo, são eles: estresse, passar muito tempo em frente ao computador, tablet ou celular ou má alimentação. Procure prestar atenção quando tiver dores de cabeça e busque alguma forma amenizar para manter o bem-estar durante a quarentena.

Praticar atividades físicas

A prática de atividade física além de ajudar a fortalecer a imunidade, é capaz de diminuir os níveis de estresse, fazendo com que o organismo fique mais forte e menos suscetível a doenças.

Manter o bem-estar durante a quarentena é fundamental para a saúde mental. Então, procure relaxar e se encontrar naquilo que o seu corpo responde positivamente. Evite ler notícias o tempo todo sobre a pandemia, leia um livre, assista a um filme e relaxe! Tudo vai passar.

*Conteúdo elaborado em cooperação com a Hypera Farma