A importância de uma boa alimentação em cada fase da vida

Saiba como a alimentação influencia em cada fase da nossa vida!

 

A alimentação é um dos assuntos mais discutidos atualmente e se trata de um tema fundamental quando falamos de qualidade de vida. Pensando nisso, celebramos o Dia da Saúde e Nutrição com um conteúdo especial sobre a importância de manter uma boa alimentação em cada fase da nossa vida. Quer saber mais? Então confira abaixo!

 

Uma boa alimentação começa desde cedo

 

Antes de tudo, é preciso compreender a relação que construímos com os alimentos ao longo da vida. Cada um deles possui relevância nas diferentes fases do nosso desenvolvimento e crescimento, além de influenciar na manutenção da saúde e na prevenção de doenças.

 

O hábito alimentar se forma desde a concepção e vai sendo influenciado ao longo dos anos conforme nossas experiências, sentimentos, sensações, convívio social, cultura, religião, crenças e até mesmo pelo poder aquisitivo.

 

E para entender e ajustar todas estas influências às nossas transformações corporais, demandas energéticas e metabólicas de cada fase da vida precisamos de um guia: o profissional nutricionista.

 

Desenvolvendo os primeiros hábitos alimentares

 

Ao falar sobre saúde e alimentação, não temos como deixar de mencionar o papel do nutricionista. Esse profissional é responsável por atuar no planejamento e execução de ações baseadas na ciência da nutrição.

 

Na gestação, por exemplo, é necessário que a energia e nutrientes o corpo da mãe sejam supridas, além do corpo do bebê (destaque para o ácido fólico, cálcio, ferro) que está se formando e desenvolvendo em ritmo acelerado, principalmente nas últimas semanas.

 

Em cada fase deste ciclo de 40 semanas, as necessidades vão se transformando e a alimentação precisa ser ajustada para evitar possíveis deficiências e consequências na saúde.

 

Depois que o bebê nasce, também há muitas mudanças tanto para ele quanto para a mãe. Por exemplo, se a prática de amamentação acontecer, a atenção ao hábito alimentar materno deve ser ainda mais cuidadosa, uma vez que precisamos de energia para manter o organismo dela funcionando adequadamente e a garantia da produção de leite, que por sua vez demanda alto valor de calorias.

 

Aliás, também não podemos esquecer que a composição desse leite irá variar conforme o consumo alimentar da mãe. Por isso, é importante que seja feita uma orientação direcionada com destaque para dois pontos básicos: a variedade e qualidade do que é consumido, já que praticamente tudo é transferido para o bebê.

 

Uma dica é priorizar os alimentos na sua forma in natura, uma vez que eles têm maior quantidade de nutrientes e não possuem substâncias químicas.

 

Alimentação na adolescência

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a adolescência começa a partir dos 10 anos, até os 20 anos. Durante esse período, passamos por muitas alterações físicas, psicológicas e até mesmo comportamentais. Como o desenvolvimento físico acontece de forma rápida, é importante garantir um consumo maior de calorias.

 

O incentivo do consumo de leite, iogurte, queijo, ovo, presunto, peito de peru e carnes de boi são essenciais. Além disso, também é importante consumir carboidratos encontrados em pães, cerais, arros, macarrão e batata.

 

As principais vitaminas necessárias na adolescência são a Vitamina A, a Vitamina E e a Vitamina B6.

 

O que comer na fase adulta?

 

Quando nos tornamos adultos, temos uma rotina corrida e muitas vezes somos impactados com alimentos saborosos e calóricos (principalmente das redes de fast food).

 

Entretanto, é muito importante manter uma alimentação equilibrada, tanto com relação aos alimentos, quanto aos horários. Uma dieta balanceada garante a ingestão de proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, sais minerais e fibras.

 

Grãos, tubérculos, farinhas, legumes, carnes de boi, carnes de frango, verduras, frutas, leite, ovos e castanhas são alimentos que garantem uma dieta completa e balanceada para o dia a dia da fase adulta.

 

 

Gostou das nossas dicas? Então neste Dia da Saúde e Nutrição, não deixe de cuidar da sua alimentação com uma dieta balanceada e garanta muito mais qualidade de vida!

 

como fazer o planejamento de cardápio

Como fazer o planejamento de cardápio?

Saiba como fazer o planejamento de cardápio e ganhe ainda mais praticidade na sua rotina!

 

Um dos grandes pilares quando falamos em qualidade de vida, é manter uma alimentação equilibrada. Porém, com a correria do dia a dia, muitas vezes vemos isso como algo mais complicado do que realmente é. Nesse momento, saber como fazer o planejamento de cardápio pode ajudar muito!

 

Ele nada mais é do que a estruturação das etapas necessárias para a produção das refeições e é por meio dele que iremos colocar na ponta do lápis os gastos com os alimentos, além do tempo despendido.

 

Quando refletimos sobre as principais orientações para se alcançar uma alimentação focada em qualidade, chegamos aos seguintes pontos:

 

  1. Consumo de fibras adequado. Representa aumentar frutas, verduras, legumes, grãos, carboidratos integrais nas refeições;
  2. Controle do consumo de gorduras saturadas. Aquelas ditas ruins, que estão principalmente em carnes vermelhas e preparações fritas;
  3. Redução do consumo de açúcares (doces) e sal. Está relacionado, na maioria das vezes, com o consumo de alimentos prontos e industrializados.

 

Como fazer o planejamento de cardápio para o dia a dia?

 

Saber como fazer o planejamento de cardápio será o ponto chave, afinal ele traz inúmeras vantagens como a economia de tempo, seja pensando em compra e preparo, o armazenamento, a redução de desperdício, controle financeiro entre outros. Entretanto, é necessário definir e ter clareza em todas as etapas do planejamento.

Quer conhecer o passo a passo? Então acompanhe abaixo!

 

Identifique o número de pessoas consumirão as refeições

 

Esse é um detalhe importante na previsão do volume a ser preparado e, consequentemente, no cálculo das quantidades de ingredientes a serem comprados.

 

Avalie o tempo disponível para preparo

 

Isto interfere na definição dos tipos de preparações, ou seja, quando houver menos tempo livre, a escolha deverá ser por pratos mais simples e rápidos.

 

Avalie o espaço físico para armazenamento

 

Devemos pensar tanto nos ingredientes como também nas preparações prontas. Por exemplo, não adianta se programar para cozinhar e congelar 1 kg de feijão para o restante da semana, se o freezer estiver completamente lotado.

 

Verifique a safra

 

Isso irá garantir a compra de alimentos de melhor qualidade, com menor quantidade de agrotóxicos e preço mais baixo.

 

Elabore o cardápio

 

De acordo com todas as informações anteriores e considerando hábito, preferências e aversões alimentares, é importante definir preparações e combinações conforme o tempo de pré-preparo e preparo disponível.

 

Organize a lista de compras

 

Com a montagem do cardápio, identifique todos os ingredientes que serão necessários para cada receita e organize uma lista de compras. Isto otimiza o tempo no mercado, feira etc. Além disso, também promove uma compra efetiva, sem exageros, com redução de orçamento e, principalmente, evitando o desperdício.

 

Estratégias que fazem a diferença

 

Além destes passos, também existem estratégias para diminuir nossa demanda de tempo na cozinha e facilitar a construção de novos hábitos alimentares.

 

Use e abuse do Freezer

 

Ele é nosso grande aliado, uma vez que existe uma imensa variedade de opções para congelar, tanto crus, como cozidos.

 

Vamos começar pelos grãos, como feijão, grão de bico e outros, que possuem cozimento demorado. Nesse caso, a proposta é preparar uma quantidade maior e congelar em porções. Para mantê-los com sabor fresquinho, cozinhe sem temperos e deixe para refogá-los no momento do consumo.

 

Pensando em pratos à base de proteína animal (carnes), é possível preparar e congelar almôndegas, hambúrgueres caseiros, kibes assados, carne moída, frango, pernil (ou carne bovina desfiada) e molho à bolonhesa. Um molho versátil para ter à mão e que servirá de complemento em vários pratos é o de tomate e pode ser congelado temperado ou não.

 

Sempre que preparar algo, avalie se haverá sobras ou prepare em quantidades maiores com o objetivo de congelar. Utilize os “coringas” na cozinha.

 

Os vegetais e legumes podem passar por uma técnica culinária chamada branqueamento. Isso aumentara sua durabilidade por até 3 meses no freezer. Essa técnica é simples e consiste em iniciar o cozimento dos alimentos em água fervente para, em seguida, resfriá-los em água gelada.

 

ALIMENTOS TEMPO DE FERVURA TEMPO DE RESFRIAMENTO
vagem, espinafre, pimenta, alho, rabanete, couve-flor, chuchu, brócolis e pimentão 1 minuto 2 minutos
cebola, abobrinha, batata doce, berinjela e batata 2 minutos
Aipo, beterraba, abóbora, nabo, salsão e mandioquinha 3 minutos
couve-de-bruxelas e cenoura 4 minutos

Fonte: https://www.fsp.usp.br/sustentarea/2020/09/17/tecnica-culinaria-branqueamento/

 

Os legumes devem ser cortados conforme a sua preferência. Após o rápido cozimento, escorra o alimento, e mergulhe-o imediatamente na água gelada, deixe o tempo recomendado e depois escorra novamente. Espere até que ele fique mais “sequinho” e aí armazene em um recipiente com tampa ou saco plástico próprio para congelamento. Leve ao freezer para congelar.

 

Essa é uma forma de evitar o desperdício, utilizar os alimentos que estão fora de época e incrementar diversos pratos, uma vez que basta apenas finalizar o preparo. Sugestões: misturar com arroz, macarrão, recheios de tortas, com carnes etc.

 

Outros alimentos que as pessoas não têm o costume de congelar, mas que são versáteis e podem nos salvar em algum dia tumultuado são os pães, tortas salgadas e bolos. Engana-se quem acredita que com o congelamento perdemos a qualidade das preparações. É possível sim manter o sabor e suas características e aproveitá-los em outros momentos. A grande sacada é: retire-os do congelador direto para o forno ou micro-ondas.

 

As sopas também são ótimas para serem congeladas e facilitam nossas refeições, principalmente o jantar. Siga a dica dos grãos, programe o cozimento de um volume maior e congele parte disso.

 

E agora, vamos pensar na geladeira?

 

Um dos pontos que ajudam a agilizar diversas preparações são os temperos. Por isso, uma opção é deixar cebola picada e alho descascado na geladeira, desde que estejam misturados com azeite e devidamente armazenados em um pote de vidro bem fechado. O ideal é preparar quantidades que possam ser utilizadas em até 1 semana.

 

Com relação ao preparo de hortaliças em legumes:

 

– Escolha um dia e adiante a higienização de todos os alimentos deste grupo, isto também irá ajudar a preservá-los por um tempo maior. Mas atente-se para tirar qualquer umidade;

 

– As folhas podem ser guardadas em potes plásticos (inteiras ou picadas). Por cima deles coloque papel toalha e na hora de colocar na geladeira, vire-as ao contrário de maneira que este papel fique para baixo, assim a água restante irá escorrer e será absorvida. Com isso, teremos vegetais folhosos prontos para consumo e qualquer horário;

 

– Rale cenoura e beterraba para 2 ou 3 dias;

 

– Asse um mix de legumes em uma quantidade maior e guarde na geladeira, poderemos ter esses alimentos para 2, 3 ou 4 dias.

 

A despensa também pode ser uma aliada

 

Para alimentos não perecíveis, é possível ter uma lata de legumes pensando em estratégia para o consumo de hortaliças, uma outra de molho de tomate para preparo rápido de alguns pratos e até atum enlatado como alternativa para alguma outra proteína animal.

 

Entretanto, é importante destacar que no momento da aquisição destes produtos, o perfil nutricional precisa ser avaliado. Isto é, deve-se observar e optar por aqueles com menor quantidade de sódio e substâncias químicas.

 

Algumas alternativas interessantes são legumes cozidos no vapor, por possuírem menor ou 0 quantidade de sódio; o tomate pelado, uma vez que é minimamente processado quando comparado aos molhos prontos; e o atum enlatado, que garante o consumo de proteína animal quando não temos nenhuma outra pronta.

 

Em um mundo dinâmico, saber como fazer o Planejamento de Cardápio pode ser um grande trunfo. Por isso, agora é o momento de colocar a mão na massa e garantir uma alimentação ainda mais nutritiva e diversificada!

 

hábitos saudáveis

Que tal novos hábitos alimentares para o novo ano?

Quando se aproxima o final de ano, já preparamos uma listinha de desejos e metas para o ano seguinte, e para a maioria das pessoas a modificação dos hábitos alimentares está sempre entre os primeiros.

E para falar deste assunto tão clichê, mas que ainda desperta muitos cliques pelas redes sociais e muitas buscas pelos navegadores, vamos usar como base um material superinteressante elaborado pelo Ministério da Saúde chamado Guia Alimentar para a População Brasileira. Você conhece?

Este documento foi criado para falar de alimentação adequada/equilibrada de forma simples, prática e, principalmente, para mostrar que os alimentos não devem ser vistos apenas como fonte de calorias e nutrientes e que a regionalidade e hábitos culturais devem ser considerados em qualquer reorganização alimentar para que se tenha sucesso. Outro diferencial foi resgatar a comida de verdade, ou seja, aquele prato de arroz, feijão, salada e bife, típico do nosso país.

 

Que tal agora descobrirmos quais as dicas de ouro para melhorar nossos hábitos alimentares?

Primeiro, vamos falar das 2 principais refeições, o almoço e jantar, e para ilustrar temos um prato de refeição dividido em 4 partes:

 

 

Mas qual o segredo para a montagem deste prato?

  • Metade dele (50%) com legumes e verduras, cruas ou cozidas. Tente sempre incluir de 3 a 5 tipos, além disso diversifique as cores, isto irá garantir maior variedade de nutrientes e uma quantidade boa de fibras;
  • Em ¼ do prato (25%) coloque um alimento do grupo dos cereais, raízes ou tubérculos: os carboidratos, como arroz, batata, mandioca, macarrão etc. Mas lembre-se de optar, sempre que possível, pelas versões integrais que possuem mais fibras, vitaminas e minerais;
  • No outro ¼ do prato é o lugar para as proteínas, mas aqui vai um alerta: neste espaço precisamos colocar tanto a de origem animal (que seriam as carnes ou ovos) como a de origem vegetal (os grãos como feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, soja).

Uma dica simples para o grupo das carnes e ovos que são o grupo temido quando pensamos em gorduras: de 10 refeições (considerando almoço e jantar) da semana, prefira colocar em 5 a 6 delas preparações à base de frango ou peixe que sejam assados, cozidos ou grelhados e em outras 2 os ovos e nas que sobraram a carne vermelha (vaca ou porco). Que tal?

Veja o desenho abaixo:

Ficou fácil?

 

E o café da manhã?

Devemos lembrar que passamos horas em jejum dormindo e que é necessário reabastecer o corpo com energia, nutrientes e satisfação.

Então, pensando na regrinha do almoço e jantar, o nosso café da manhã precisa ter:

  • Um tipo de carboidrato (fornecedor de energia) que pode ser pão, tapioca, biscoito, bolo, cuscuz, milho etc;
  • Um alimento fonte de proteína que pode ser leite, queijos ou iogurtes e, em alguns dias e para quem tem o costume, até o ovo;
  • Um alimento cheio de vitaminas, minerais e fibras, que pode ser qualquer fruta e, se for do seu hábito, um legume ou verdura também vale.

 

Mas além de tudo isso, outro ponto importante para a construção de novos hábitos alimentares que este guia traz é trocar alimentos processados por alimentos in natura.

Sabe aquele produto pronto que compramos? Ele anos ajuda muito na correria do dia a dia não é mesmo? Mas saiba que normalmente é cheio de gordura (aquela que faz muito mal para nossas artérias), de sal (sódio) e até açúcar, então cuidado! Além disso, possui um tanto de outras substâncias que nosso organismo nem reconhece e não sabe o que fazer com elas.

Então, fique sempre de olhe no rótulo e escolha o produto e a marca que na lista de ingredientes tiver a menor quantidade de palavras e aquelas conhecidas por você!

Não podemos esquecer dos lanches intermediários, não é mesmo?

Deu aquela fome no meio da manhã ou no meio da tarde? O que é interessante comer? Um pedaço de bolo com café? Uma fruta com iogurte?

Bom, devemos pensar em algo que seja saboroso e que agrade, mas ao mesmo tempo fácil incluir no dia a dia, que faça parte da cultura e hábito familiar, social. Pensem comigo: adianta orientar um nordestino a trocar um cuscuz por um pão de forma? Ou ainda a mandioca (a dita macaxeira) com café por uma fruta com iogurte? Interessante é avaliar todo o contexto e dentro dele realizar as melhores escolhas e estabelecer hábitos alimentares consistentes e duradouros.

Nestes horários do dia, entre uma grande refeição e outra, é válido pensar em um lanchinho que promova saciedade, isto é, que nos permite ficar mais tempo sem fome, logo que seja rico em fibras ou com proteína, aqueles recheados de açúcar são digeridos rápidos e dali poucos minutos provocam mais fome. Quer sugestões? Vamos lá:

  • frutas com granolas ou outros cereais (como a aveia);
  • frutas com iogurtes (uma boa fonte de proteína);
  • frutas com iogurte e granola;
  • frutas in natura ou secas com castanhas (fonte de boas gorduras);
  • pãozinho tostado com queijo;
  • um copo de vitamina (leite ou iogurte batido com fruta e mel);
  • alguns biscoitos salgados integrais com 1 fatia generosa de queijo;
  • pão ou biscoito com pasta de abacate (diferente né?);
  • tapioca com queijo (ou várias outras combinações);
  • cuscuz com queijo e um copo de café.

Enfim, são diversas opções, abuse da criatividade!

Para toda e qualquer refeição avalie sua fome, a situação e o que você tem disponível e a o “pulo do gato” é sempre abusar de alimentos mais naturais e menos processados, aquela comida de vó, a tal da comida de verdade.

Gostou do artigo? Confira também hábitos para te ajudar a ter uma vida ainda mais saudável.

Outubro Rosa: cuidar de si é a maior prova de amor!

Outubro Rosa: cuidar de si é a maior prova de amor!

A campanha do Outubro Rosa é essencial para a conscientização e prevenção do câncer de mama. Saiba mais sobre ela!

 

Criada para conscientizar as pessoas sobre a prevenção e o diagnóstico do câncer de mama, a campanha Outubro Rosa é fundamental. Além de chamar a atenção para a prevenção, o Outubro Rosa também promove o autoexame por parte das mulheres e a procura por atendimento médico em casos de sintomas.

Informações sobre o câncer de mama, como os sinais de alerta, o diagnóstico e formas de prevenção da doença salvam vidas todos os anos. Pensando nisso, hoje trouxemos um conteúdo especial para você ficar por dentro de tudo sobre o tema. Quer saber mais? Então veja abaixo!

 

A criação do Outubro Rosa

 

A campanha do Outubro Rosa surgiu nos Estados Unidos durante a década de 1990. Na ocasião, foi realizada a primeira Corrida pela Cura na cidade de Nova York. No Brasil, a primeira iniciativa foi realizada em 2002, por meio da iluminação em rosa do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo. A ação partiu de um grupo de mulheres simpatizantes com a causa do câncer de mama e foi o pontapé inicial para que a campanha tomasse forma e ganhasse cada vez mais espaço dentro do país.

O objetivo principal do Outubro Rosa é chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce e o tratamento adequado para a doença. Todos os anos, a campanha reforça a necessidade de toda mulher conhecer suas mamas e saber como fazer o autoexame. Aliás, observar o corpo aumenta as chances de perceber alterações e procurar o serviço de saúde rapidamente.

As ações do Outubro Rosa também buscam a conscientização sobre a mamografia,  exame que deve ser feito duas vezes ao ano por mulheres de 50 a 69 anos ou conforme orientação médica, quando o paciente apresenta fatores de risco.

 

Entendendo mais sobre o câncer de mama

 

É fundamental falar sobre o câncer que mais acomete mulheres no Brasil: o câncer de mama. É muito comum que ele atinja mulheres a partir dos 35 anos de idade, podendo ter seus riscos aumentados a partir dos 50 anos.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), somente em 2021 estima-se que ocorrerão 66.280 novos casos da doença. Isso equivale a uma taxa de incidência de 43,74 casos a cada 100.000 mulheres.

Entre os principais sintomas do câncer de mama, podemos destacar:

– Caroço (nódulo) fixo, duro e indolor;

– Pele da mama avermelhada;

– Alterações no mamilo;

– Nódulos na região das axilas ou pescoço;

– Saída de líquido dos mamilos.

 

Prevenção e diagnóstico do câncer de mama

 

Embora existam inúmeros fatores relacionados ao surgimento do câncer de mama, a prevenção é possível e se baseia no controle de alguns fatores de risco. Por exemplo, o excesso de peso, a falta de atividade física e o consumo de bebidas alcoólicas podem influenciar no surgimento da doença.

Por isso, estima-se que uma alimentação adequada e a prática de atividades físicas podem reduzir em até 28% o risco de mulheres desenvolverem o câncer de mama. Além disso, a amamentação também é considerada um fator protetor.

É importante lembrar que a indicação de terapia de reposição hormonal (TRH) deve ser feita sob rigoroso controle médico e pelo mínimo de tempo possível, uma vez que também pode ser um fator agravante.

 

 

O câncer de mama é apenas uma entre muitas doenças que podem ser tratadas com eficiência quando são descobertas no início. Portanto, agora que você sabe um pouco mais sobre a importância do Outubro Rosa, aproveite este mês para deixar os seus exames em dia e cuidar ainda mais da sua saúde!

5-tecnicas-de-respiracao-para-aliviar-a-ansiedade

Saiba como algumas técnicas de respiração podem ser usadas para aliviar sintomas de ansiedade!

 

Vivemos tempos confusos, onde algumas vezes os desafios do dia a dia se tornam extremamente desgastantes. Seja no âmbito profissional ou no pessoal, todos estamos sujeitos a desenvolver sintomas de ansiedade.

Pensando nisso, hoje trouxemos algumas dicas de respiração que podem ajudar a reduzir os sintomas causados pela ansiedade. Muitas das técnicas podem ser feitas em qualquer lugar e de maneira simples. Quer aprender? Então vem com a gente!

Como a respiração ajuda na ansiedade?

Primeiramente é preciso entender o que são as crises de ansiedade. Tratam-se de verdadeiros “curtos-circuitos” na nossa mente e corpo, provocando descargas de adrenalina que prejudicam o nosso organismo. Os sintomas de uma crise podem variar entre taquicardia, respiração irregular, tremores, medo excessivo, entre muitos outros.

Quando praticamos e executamos a respiração de forma correta, conseguimos regular o nosso sistema nervoso, diminuir os sintomas físicos e, finalmente, passar a informação de que está tudo bem para o nosso cérebro.

5 técnicas de respiração eficientes

Separamos algumas técnicas de respiração que podem te ajudar quando a ansiedade bater. Entretanto, é fundamental ressaltar que, se as crises persistirem ou acontecerem de forma mais intensa, um médico deverá ser consultado.

Respiração Abdominal

Nessa técnica, busque inspirar e expirar movimentando apenas o abdômen, com tranquilidade e profundidade. Você pode colocar a mão por cima dele para sentir a movimentação e ver se está fazendo corretamente.

Respiração quadrada (Sama Vritti)

Com origem Hindu, a Sama Vritti requer uma pausa de quatro segundos a cada respiração e inspiração. Inspire lentamente pelo nariz contando até quatro, pause por 4 segundos, expire pela boca contando até quatro e pause por mais 4 segundos. No final, é como se você estivesse formando um quadrado respiratório, com 4 segundos em cada etapa.

Expiração alongada

De forma parecida com a técnica anterior, na respiração alongada você deve inspirar pelo nariz por 4 segundos e, em seguida, expirar pela boca durante o dobro do tempo (no caso, 8 segundos). Treinar a expiração ativa o nosso sistema nervoso parassímpático e influencia na nossa capacidade de relaxamento.

Relaxamento progressivo

Esta respiração é extremamente recomendada para fazer antes de dormir, pois promove um relaxamento do corpo. Respire lentamente, contraia e relaxe alguns grupos musculares do seu corpo por três segundos. Você perceberá um aumento na sensação de bem-estar a cada sequência

Alternando as narinas

Por fim, mas não menos importante, a técnica de respiração alternando as narinas permite que você melhore a sua concentração e relaxe. Com a ajuda do dedo indicador, inspire por uma narina e solte o ar pela outra. Em seguida, faça novamente alternando.

 

Calmantes naturais são excelentes aliados

Praticar as técnicas de respiração que mencionamos acima certamente vai aliviar muitos sintomas da ansiedade. Porém, se você aliar o uso de calmantes naturais, vai obter resultados ainda melhores para a sua saúde.

Algumas opções, como o chá de camomila, erva-doce e maracujá, são perfeitos para diminuir aquela sensação pesada de estresse. Aliás, eles ainda nos ajudam a ter noites de sono ainda mais tranquilas e relaxantes.

Outra alternativa natural, são os fitoterápicos. Esses medicamentos são produzidos por meio de plantas medicinais e possuem diversos princípios ativos que acalmam. A maioria deles conta com matérias-primas como a passiflora, valeriana, camomila, melissa, entre outras ervas naturais.

Inclusive, a grande vantagem de associar técnicas respiratórias aos calmantes naturais, é que você pode encontrá-los facilmente em drogarias ou farmácias de manipulação.

 

E aí, gostou das nossas dicas para aliviar a ansiedade? Quando a correria do dia a dia começar a te estressar, lembre-se que a respiração pode ser uma excelente aliada para diminuir os sintomas! 😉

Saiba o que fazer ao sofrer uma queimadura!

Veja quais são os tipos de queimaduras e como tratar esse tipo de ferimento da maneira correta.

 

Você sabia que as queimaduras representam um verdadeiro problema de saúde no Brasil? Pois é, além de uma estrutura precária para realizar o atendimento público, é comum que muitas pessoas não consigam tratar esse tipo de ferimento da maneira correta. 

Isso sem falar que, dependendo da gravidade, esse tipo de lesão pode causar prejuízos para o resto da vida. Com isso em mente, hoje trouxemos um conteúdo especial para que você minimize os riscos e saiba o que fazer caso sofra esse tipo de machucado. 

 

Entendendo quais são os tipos de queimaduras

 

As queimaduras podem ser classificadas entre:

  • Queimaduras Térmicas: Causadas pelo fogo, líquidos ferventes, vapores, objetos quentes e exposição ao sol (ou frio intenso);
  • Queimaduras Químicas: São causadas por substâncias químicas que entram em contato com a pele ou pelas roupas;
  • Queimaduras por Eletricidade: São provenientes de descargas elétricas.

Além disso, essas lesões também variam de acordo com a gravidade, podendo ser de:

  • 1º grau: Atinge a parte superficial da pele e geralmente causa vermelhidão e inchaço, mas sem bolhas no local.
  • 2º grau: Atinge a parte superficial e a derme, nossa segunda camada de pele. Além de uma dor acentuada, esse tipo de lesão causa bolhas. 
  • 3º grau: Atinge todas as camadas da pele, além de músculos e ossos. Costuma causar a morte do tecido. 

 

Como evitar queimaduras em casa

 

Existem alguns cuidados que podem ser eficientes para prevenir esse tipo de acidente. Veja abaixo:

  • Mantenha o ferro de passar longe de crianças;
  • Guarde solventes, combustíveis (álcool) e outros produtos químicos em recipientes adequados e bem protegidos;
  • Lembre-se de manter o registro do gás fechado quando não estiver usando o fogão;
  • Coloque panelas com os cabos virados sempre para dentro do fogão;
  • Quando for esquentar alimentos em banho maria, lembre-se de abrir a embalagem, pois muitos podem se romper com o calor.
  • Ao retirar refratários do fogão, utilize luvas térmicas para proteger as mãos;
  • Nunca acenda a churrasqueira com álcool líquido. Prefira o álcool gel e aguarde alguns minutos até que ele seja absorvido pelo carvão.

 

O que fazer em caso de queimaduras?

 

Mesmo tomando todos os cuidados, é possível que soframos com algum tipo de queimadura ao longo de nossas vidas. Pensando nisso, listamos o que fazer e o que não fazer para tratar o ferimento. 

O que fazer:

 

  • Lave a área com água corrente por pelo menos 15 minutos ou até que esteja resfriada;
  • Não aplique nenhum tipo de produto como óleo ou manteiga na região machucada;
  • Se a ferida for superficial, aplique uma pomada com propriedades hidratantes ou cicatrizantes;
  • Em caso de queimaduras de 2º grau, cubra a região com uma gaze molhada durante as primeiras 48 horas e não aplique qualquer produto. Inclusive, em casos de bolhas muito grandes, é recomendado procurar por ajuda médica;
  • Por fim, em situações de queimaduras de 3º grau, coloque uma gaze esterilizada sobre a região e acione uma ambulância imediatamente discando o número 192.

 

 

Dia Nacional de Luta Contra as Queimaduras

 

No dia 06 de junho, celebra-se o Dia Nacional de Luta Contra as Queimaduras. Essa data é extremamente importante para promover uma série de informações sobre o tema, assim como medidas preventivas que reduzam esse tipo de acidente. 

Agora que você já sabe quais são os principais tipos de queimaduras, formas de prevenção e alguns cuidados de primeiros socorros, não deixe de compartilhar este blogpost com amigos e familiares. 

Saúde mental: tudo que você precisa saber e considerar na sua vida!

Os transtornos de ansiedade podem apresentar características e sintomas diferentes. Veja o que muda entre cada um.

O tema saúde mental nunca esteve tão em alta. Isso porquê vivemos em um período cada vez mais frenético em nossa sociedade. Com objetivos pautados por metas profissionais e desafios pessoais, aumentamos a cobrança sobre nós mesmos e, consequentemente, nos tornamos vítimas de transtornos de ansiedade.

Como diferenciar medo de ansiedade?

Primeiramente é preciso dizer que, tanto o medo, quanto a ansiedade são respostas biológicas desenvolvidas através de anos de evolução da espécie humana.

O medo funciona como um alerta que garante a nossa proteção diante de uma situação de perigo. Já a ansiedade é um sentimento produzido pela incerteza do perigo.

Sentir medo e ansiedade são reações fundamentais e totalmente necessárias para a sobrevivência de um indivíduo, porém em grandes quantidades podem ser prejudiciais para o seu convívio em socidade.

A ansiedade se torna prejudicial no dia a dia, quando você deixa de fazer algo por conta dela. Se aquele frio na barriga te impede de apresentar um trabalho na faculdade ou você não consegue viajar a trabalho por ter pavor de avião, talvez seja o momento de refletir se você está sofrendo com de Transtornos de Ansiedade.

Tipos de Transtornos de Ansiedade

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 9,3% da população brasileira convive com transtornos de ansiedade. Porém é preciso diferenciar cada um deles, uma vez que possuem sintomas e tratamentos específicos.

  • Transtorno de ansiedade generalizada: Geralmente, os pacientes que sofrem de transtorno de ansiedade generalizada apresentam sintomas como inquietação, tensão interior, cansaço, falta de concentração, irritabilidade e alterações do sono.

Trata-se de uma ansiedade excessiva, podendo afetar a vida social, acadêmica, profissional e até mesmo amorosa. Normalmente o tratamento alia psicoterapia e uso de medicamentos ansiolíticos.

  • Síndrome do Pânico: A principal diferença entre uma crise de ansiedade e a síndrome do pânico está na intensidade e na imprevisibilidade em que esta última ocorre.

Enquanto a ansiedade acontece devido à causas mais lógicas e concretas, a crise de pânico não tem hora e nem motivo para acontecer. Estudos indicam que 70% dos casos ocorrem em mulheres jovens, na faixa dos 15 aos 25 anos.

  • Fobia: A fobia é uma forma de ansiedade que se apresenta diante de situações de desempenho público ou em que é necessário algum tipo de interação social.

É muito comum que as pessoas comecem a suar, tremer e ruborizar diante de qualquer tipo de exposição pública. Inclusive, começam a sofrer por antecedência, quando sabem que terão de interagir com outros indivíduos.

  • Transtorno Obsessivo Compulsivo: Neste caso, o paciente apresenta obsessões e compulsões que tentam aliviar a sua ansiedade. Mania de lavar as mãos repetidamente ou de checar se as portas estão trancadas são alguns exemplos.
  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT): Como o próprio nome diz, ocorre após um evento que gerou um grande trauma na vida do indivíduo. Assaltos ou acidentes de carro, por exemplo, podem causar sintomas que se estendem por dias, meses e até anos.

A importância do tratamento

É essencial dizer que qualquer pessoa que apresente um dos sintomas citados, não precisa se sentir deslocado ou com vergonha. Como mencionado no início, vivemos em uma sociedade que muitas vezes estimula esses tipos de transtornos psicológicos.

O mais importante é entendermos que, para todos os casos existe um tratamento que amenize ou até mesmo elimine os sintomas. Por isso, realizar o acompanhamento com um profissional especializado, permite que você compreenda as causas e impeça a piora no quadro.

Conheça hábitos para te ajudar a ter uma vida ainda mais saudável!

Fique por dentro de dicas simples e práticas para melhorar a saúde e prevenir doenças como a hipertensão.

 

Em tempos como os que estamos vivendo, é muito importante que possamos manter uma rotina de cuidados com a nossa saúde e garantir um estilo de vida equilibrado, mesmo em casa.

Pensando nisso e aproveitando o início da Semana da Saúde hoje iremos abordar algumas dicas práticas que são perfeitas para cuidar da saúde física e emocional. Além disso, elas ainda podem contribuir para a prevenção de doenças crônicas, como a hipertensão. Quer saber mais? Então veja abaixo!

Mantenha uma alimentação saudável

Muitas pessoas não sabem, mas ingerir verduras, legumes e hortaliças é essencial para uma alimentação equilibrada. Isso porquê elas são extremamente ricas em fibras, vitaminas e minerais.

Além disso, esses alimentos também possuem fitoquímicos (polifenóis, carotenóides, flavonóides, dentre outros) que são excelentes antioxidantes, mantendo as células do corpo protegidas.

Beba muito líquido

Quando ingerimos líquidos durante o dia, garantimos que o nosso corpo esteja bem hidratado e ajudamos o organismo a transportar todos os nutrientes que nossas células precisam.

Por isso, lembre-se de beber pelo menos 2,5L de água todos os dias. Esse tipo de hábito vai garantir a hidratação do seu corpo e ainda contribui para trazer aquela sensação de saciedade (diminuição do apetite) nos intervalos das refeições.

Realize exercícios físicos

A prática de atividades físicas é comprovadamente uma das maneiras mais eficazes de manter o nosso corpo em dia. Em tempos de quarentena e com o fechamento de muitas academias, é possível investir em exercícios básicos dentro de casa.

Além de vídeos de ginástica, yoga, zumba ou outras formas de interação que existem na internet, você também pode realizar movimentos que fortalecem os músculos como prancha, abdominais e agachamentos.

Dê uma pausa para cuidar da mente

Quando falamos de cuidados com a saúde, não podemos nos esquecer que isso também vale para a saúde mental. Vivemos em uma época onde é preciso olharmos para o nosso interior e manter a calma mediante os desafios.

A prática da meditação muito indicada para quem busca relaxar e atingir uma tranquilidade. Se preferir, também existem serviços consultas psicólogos de forma online. O importante é não deixar que o exterior abale o seu interior.

Procure ter boas noites de sono

Este período em casa é uma excelente oportunidade para regular o sono e, assim, ganhar mais disposição durante o dia. Busque sempre dormir e acordar no mesmo horário de costume.

Evite ficar acordado até tarde, para não enfrentar problemas como queda de produtividade e cansaço. Outro cuidado importante para quem quer dormir melhor é evitar o uso de eletrônicos, como celular, pelo menos, uma hora antes dormir.

 

Gostou das dicas? Nesta Semana da Saúde, aproveite para colocar em prática e garanta um estilo de vida ainda mais saudável na sua rotina!

 

Envelhecer com saúde e qualidade de vida, é possível? Veja como!

Você já parou pra pensar

Que, quando nasceu, um idoso que tem hoje 75 anos tinha a expectativa de viver apenas até os 45? E que, daqui a umas três décadas, quem nascer no Brasil terá, em média, uma expectativa de vida de 86 anos pelo menos? Sim, cada vez estamos vivendo mais, e essa sempre foi uma busca da humanidade.

Hoje em dia, então, já não podemos imaginar nossa vida terminando perto dos 50. Quantos sonhos não realizaríamos? Quantas oportunidades perderíamos? Hoje temos estudantes na faixa dos 60 anos. Temos gente empreendendo novas conquistas e sonhos durante essa fase chamada velhice. E o novo dilema que se aproxima é: mas até quanto envelheceremos? Passaremos fácil dos 130 anos?

A resposta exata ainda não temos. Novas tecnologias trazem a esperança de uma vida longa e melhor, porém sabemos que precisamos “poupar” em termos de saúde para poder “gastar” quando formos mais velhos.

Aí está um desafio: como conscientizar mais e transpor para a rotina a necessidade de prevenção e educação em saúde.

 

Confira algumas dicas de prevenção para garantir a qualidade de vida na terceira idade

 

Cuide da prevenção, não fuja do médico

Mesmo na ausência de doença, marcar uma consulta de rotina com o geriatra a cada seis meses ou um ano é sempre uma boa ideia. Nessas consultas, o paciente tem a oportunidade de conversar sobre suas atividades diárias, avaliar sua vida após a aposentadoria e tirar dúvidas sobre as mudanças que o envelhecimento traz ao corpo, por exemplo. Já o médico poderá recomendar vacinas a serem tomadas e exames a serem feitos para prevenir ou diagnosticar precocemente alguma alteração, rastrear possíveis cânceres e acompanhar o uso de medicamentos.

Tenha uma alimentação saudável

Uma dieta rica em fibras e pobre em gordura faz bem para todas as faixas etárias e a terceira idade não é exceção a essa regra. Apesar das alterações no paladar, o idoso deve ter uma dieta diversificada, rica em frutas, verduras, legumes, grãos, laticínios e carnes magras para garantir a saúde cardiovascular, prevenir o ganho de peso e facilitar o funcionamento do intestino.

Não se esqueça de beber água

É comum que o idoso sinta menos sede, mas isso não significa que seu corpo não precisa mais de água. A verdade é que o envelhecimento aumenta o risco de desidratação e por isso é tão importante ficar atento à ingestão de água, sucos naturais e chás mesmo antes da sede bater.

Pratique exercício físico

A atividade física regular e orientada permite o fortalecimento do coração, dos pulmões, dos ossos e dos músculos, reduzindo o risco de diversas doenças, desde a osteoporose até o infarto. O idoso mais ativo consegue, ainda, se manter independente e preservar a capacidade cognitiva por mais tempo. O único cuidado deve ser na escolha dos exercícios: é importante que eles não sejam extenuantes e respeitem os limites do indivíduo.

Exercite a mente

Um corpo bem condicionado não é o mesmo que uma mente ativa. Além de tomar cuidado com a parte externa, a parte interna do corpo deve receber os maiores cuidados com o passar do tempo. É aconselhável incentivar atividades mentais, como palavras cruzadas, leitura e novos aprendizados.

Cuide da espiritualidade

Espiritualidade é diferente de religiosidade e está muito ligada ao autoconhecimento. A religiosidade requer um conjunto de regras e condutas de acordo com um determinado grupo, organizando uma história e criando métodos para se manter a estabilidade desse grupo. Isso é muito importante para a sociedade. Mas para a natureza do espírito temos que ir mais além! Além de regras e sistemas para aprender a fazer uma “leitura da alma” que se é. A felicidade só é possível se fizermos essa “leitura”.

Espiritualidade é autorrealização, a qual só será verdadeira a partir do autoconhecimento. E essa tarefa não pode ser delegada a outra pessoa. Sendo assim, vale os questionamentos que a religião, a ciência, a filosofia e mesmo o senso comum tentam responder para trazer algum sentido para a vida humana: Quem sou? De onde vim? Para onde vou? O que estou fazendo aqui?

Não existe uma fórmula única para o exercício da espiritualidade; ela pode ser vivenciada no exercício da fé, na prática do bem, no contato com a natureza, na meditação, no altruísmo… Esses caminhos são individuais e dependem da disposição de cada um para avançar e se aprofundar na busca de si mesmo.

Fique de olho no cartão de vacina

Embora a maior parte das vacinas sejam aplicadas durante a infância, adultos e idosos também devem manter o cartão de vacinação em dia. Além daquelas que requerem reforços regulares, como a antitetânica a cada 10 anos, novas vacinas são incorporadas ao calendário e ficam disponíveis para toda a população, como as que são contra hepatite B e febre amarela.

Há, ainda, vacinas específicas para a população idosa como contra gripe (influenza), herpes zoster e pneumococos — bactérias responsáveis pela pneumonia — que ajudam na proteção contra infecções que podem ser graves nessa idade.

Como é possível perceber, por meio de hábitos simples de serem adotados e algumas medidas preventivas, pode-se garantir a manutenção da saúde na terceira idade e aproveitar todos os benefícios dessa fase da vida!

Cuidado com as quedas

Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, as quedas são a primeira causa de acidentes com pessoas acima de 60 anos. Cerca de 5% das quedas levam a fraturas. As mulheres sofrem mais fraturas que os homens, entretanto, a mortalidade devido às fraturas é maior entre eles.

Em muitos casos, o idoso não relata ao médico os pequenos incidentes, o que impede o diagnóstico de algum problema seja na visão, no equilíbrio ou na audição. O risco de cair, realmente, aumenta significativamente com o avançar da idade, o que coloca esta síndrome geriátrica como um dos grandes problemas de saúde pública, devido ao aumento da expectativa de vida da população.

Divirta-se!

Atualmente, há muitas opções de lazer para pessoas com mais de 60 anos, muitas delas gratuitas. Academias, centros de convivência, clubes, igrejas, são apenas algumas opções que contemplam atividades voltadas especificamente para pessoas com mais de 60 anos. Além disso, procure tudo que você goste de fazer, desde cruzadinhas e jogos de dominó até estar em festa com familiares e amigos mesmo que por vídeo nesse momento atual e depois prepare-se para os abraços e encontros presenciais.

Os perigos do excesso de exercícios físicos em casa

A prática excessiva de exercícios físicos pode causar sérios prejuízos para a sua saúde. Saiba um pouco mais e como preveni-los.

Com o início da quarentena no ano passado, as academias fecharam e muitas pessoas passaram a praticar exercícios físicos dentro de suas casas. Por mais que essa iniciativa contribua para um estilo de vida saudável, é preciso tomar alguns cuidados para não cometer excessos e prejudicar a sua saúde.

Com a ansiedade a mil, alguns foram com muita sede ao pote, não realizaram a adaptação necessária para um retorno correto e acabaram se machucando nos treinamentos.

Um dos principais problemas causados pelo exagero nos exercícios físicos são as lesões. Sejam dores no joelho, na perna, nos quadris e até mesmo na região lombar, é muito comum que as pessoas acabem se machucando por não realizarem os movimentos da maneira correta ou mais vezes do que o necessário.

Os tipos mais comuns de lesões

As lesões são classificadas em dois grandes grupos:

Traumáticas: Ocorrem devido a algum tipo de acidente, como torções, quedas ou pancadas. Dentre os treinos mais comuns em que elas acontecem, estão a corrida, o futebol, o basquete e artes marciais.

Embora muita gente pense que somente esportes de impacto possam causar essas lesões, atividades como correr na esteira e pular corda também podem trazer prejuízos se não forem feitas da forma correta.

Por sobrecarga: Ocorrem por meio de exercícios que envolvem um o uso de carga e que podem gerar lesões agudas e até mesmo crônicas. Treinamentos com alteres e aparelhos de hipertrofia, quando realizados da maneira errada, podem ocasionar essas lesões.

Uma das lesões mais comuns por sobrecarga é a fratura por stress, que acontece justamente quando não são respeitados os limites do corpo. A musculatura da região geralmente já está enfraquecida e não consegue se adaptar aos impactos.

Como prevenir as lesões musculares

Existem algumas maneiras de prevenir as lesões musculares. A grande maioria dos profissionais recomenda que antes de qualquer atividade física, seja feita uma avaliação médica. Além disso, também é importante construir um planejamento de treino personalizado, junto com um preparador físico.

Outra forma de prevenir as lesões em casa, é fazer um pequeno aquecimento antes de começar a treinar, junto com uma boa série de alongamentos. Por fim, vale mencionar que a quantidade de repetições não é o mais importante, mas sim a qualidade dos exercícios realizados.

Organização Mundial da Saúde recomenda 150 minutos por semana de atividade física moderada, como caminhadas ou 75 minutos de exercícios intensos, como a musculação.

Me lesionei. E agora?

Você tomou todos os cuidados e mesmo assim sofreu uma lesão? Calma, vamos dar algumas dicas que podem te ajudar a tratar e recuperar.

  • Para quem já se machucou, o ideal é não forçar nenhum movimento. Na verdade, o recomendado é parar o exercício imediatamente e realizar repouso;
  • Aplique uma bolsa de gelo sobre o local por aproximadamente 20 minutos. Além de reduzir o inchaço e a dor, ela também limita a extensão da lesão;
  • Caso você possua algum tipo de lesão crônica, utilize bolsas de água quente. Elas são excelentes para auxiliar na descontração muscular;
  • As contusões mais sérias podem incluir medicamentos de uso oral e tópico, sendo recomendada uma consulta médica especializada.
  • Tratar uma lesão da forma correta é a melhor forma de garantir uma completa recuperação. Para isso, o acompanhamento de um fisioterapeuta é essencial.

Suplementos que podem prevenir lesões

Listamos alguns dos principais suplementos que podem ser úteis na prevenção de lesões, além de fortalecer a musculatura e as articulações. Além disso, também são facilmente encontrados em drogarias.

Cálcio

O cálcio é um nutriente fundamental para o funcionamento do corpo e é o mineral em maior quantidade no organismo. A falta de cálcio pode acarretar na perda de massa óssea e, por consequência, o desenvolvimento de osteoporose.

Polivitamínicos

Os polivitamínicos ajudam a manter o organismo humano bem nutrido e potencializam os resultados dos treinos. Além disso, auxiliam nas funções cerebrais, na contração muscular e na produção de energia.

Ômega 3

O ômega 3 é fundamental para diminuir inflamações, proteger contra doenças cardiovasculares, combater sintomas de depressão e ainda evitar a formação de coágulos no sangue.

Vitamina D

A vitamina D é essencial para manter os ossos fortes e ajuda o corpo a otimizar a distribuição do cálcio no organismo. Ela pode ser encontrada em alimentos como o salmão, o atum e a sardinha. Entretanto, a principal fonte desse nutriente é o sol.

Condroitina

A condroitina é uma substância que costuma ser utilizada no tratamento de artrite, artrose, dor nas juntas e em articulações que sofreram algum tipo de lesão. Ela atua na reconstrução dos tecidos que formam a cartilagem e combate a inflamação.

 

Em tempos onde os cuidados com a nossa saúde estão cada vez mais em alta, realizar uma rotina de treinos saudável é a melhor alternativa para garantir um estilo de vida saudável.