Por que ter um dia de conscientização do Alzheimer?

21 de setembro: Dia do Alzheimer – conheça a doença e a importância dos hábitos saudáveis para uma velhice tranquila

No Brasil, cerca de 100 mil novos casos de Alzheimer são diagnosticados todos os anos. Ao todo são 50 milhões de pessoas que convivem com a doença em todo o mundo.

Em 2020 mais de 28 milhões de brasileiros vão ultrapassar a marca dos 60 anos de idade. A população considerada idosa pela a Organização Mundial da Saúde (OMS) já representa 13 % dos brasileiros, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). E esse percentual tende a dobrar nas próximas décadas, segundo a Projeção da População, divulgada em 2018 pelo IBGE.

Se por um lado o público 60+ está vivendo mais e fazendo mais coisas, por outro lado, especialistas em longevidade já apontam para um aumento proporcional de doenças degenerativas, como o Alzheimer, que hoje tem prevalência entre as demências no mundo.

A doença acomete cerca 50 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, esse número chega a 1,2 milhão, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer. No caso do Alzheimer, familiares e amigos próximos também são impactados diretamente pela doença. Por isso é tão importante falarmos mais sobre a doença para conscientizar a todos.

O que é Alzheimer?

É uma doença neurológica degenerativa, progressiva e irreversível, que afeta a memória, a fala e a noção de espaço e tempo do paciente, podendo provocar apatia, delírios e, em alguns casos, comportamento agressivo. Em geral, a doença afeta pessoas com mais de 65 anos, mas existem pacientes com início por volta dos 50 anos.

Um dos primeiros sintomas é a perda de memória para fatos recentes. Depois, ocorre a desorientação quanto a lugares e datas e mudanças de humor e comportamento – irritabilidade e agressividade.

Veja alguns sinais e sintomas de alerta para o Alzheimer:

  • Problemas de memória que afetem as atividades diárias;
  • Dificuldade de raciocínio e de comunicação;
  • Desorientação no tempo e no espaço;
  • Diminuição da capacidade de juízo e de crítica;
  • Oscilações do humor e comportamento.

O que causa o Alzheimer?

As causas da doença não são totalmente conhecidas e alguns estudos citam fatores importantes para o desenvolvimento da doença, como: pré-disposição genética, escolaridade, hipertensão, diabetes mellitus, acidente vascular cerebral (AVC) prévio, colesterol aumentado e idade avançada.

Ainda não existe uma medicação preventiva, mas é possível adotar hábitos e comportamentos saudáveis para manter o equilíbrio da saúde física e mental. Tais como:

  • Ter uma vida ativa e com objetivos;
  • Praticar atividade física regular por pelo menos por 150 minutos por semana;
  • Controlar os fatores de risco cardiovascular, como a hipertensão e diabetes;
  • Procurar estudar e adquirir conhecimento;
  • Trabalhar sua capacidade de concentração;
  • Ter uma boa qualidade de sono;
  • Adotar uma alimentação saudável e balanceada;
  • Fazer exames de check-up periódicos;
  • Se tem diabetes ou hipertensão arterial, faça o acompanhamento de controle com seu médico;
  • Seguir todas as orientações de uso correto dos medicamentos quando iniciar algum tratamento médico;
  • Evitar a automedicação e pedir sempre a orientação de um farmacêutico.

Até o momento, não existe cura para a Doença de Alzheimer. Os avanços da medicina têm permitido que os pacientes tenham uma sobrevida maior e uma melhor qualidade de vida, mesmo na fase grave da doença. Por isso, busque mudar as atitudes de vida desde já para ter mais saúde e um envelhecimento saudável.

Por que o distanciamento social é importante e devemos respeitar?

A pandemia do novo coronavírus entra em seu sétimo mês, com diversos países vivenciando uma segunda onda de infecções, enquanto outros lutam para abaixar o número de mortos e infectados da primeira onda.

Com a reabertura gradual dos comércios e outras atividades, é importante destacar que ainda estamos convivendo com um vírus pouco ou nada conhecido pelo nosso organismo, o distanciamento social e uso de mascaras ainda é a maneira mais eficaz de “preveni-lo” até que qualquer vacina esteja apta a ser aplicada.

O distanciamento é uma das formas de evitar o contágio e a transmissão do coronavírus, aliado à higienização constante das mãos e ao uso de máscara de proteção. Recomenda-se que as pessoas se mantenham afastadas umas das outras por, no mínimo, 1,5 m.

Essa medida altera a rotina de todos nós e deve ser tomada de maneira consciente para diminuir a proliferação do vírus. É preciso evitar abraços, beijos e apertos de mão e aglomeração. Festas e eventos também devem ser evitados.

isolamento do doente é uma das medidas também adotadas, no entanto, em alguns casos, a doença pode ser assintomática, e, assim, o indivíduo portador dela, nessa forma, não é diagnosticado e continua realizando suas atividades, o que pode fazê-lo transmitir o vírus para outras pessoas, portanto o distanciamento também tem importância nesse cenário.

Apesar da tendencia das atividades comerciais estarem em acelerando o funcionamento, a população deve continuar tomando as medidas de proteção. Ao ir em supermercados, farmácias, entre outros, é preciso respeitar o distanciamento físico nas filas e dentro dos estabelecimentos.

Para se prevenir contra o coronavírus, deve-se, ainda, usar máscara e higienizar as mãos, objetos e superfícies com água e sabão ou álcool gel 70%. A medida mais eficaz continua sendo ficar em casa sempre que possível.

Confira o estudo realizado em Cingapura e publicado no The Lancet provou que o distanciamento social é, de fato, uma alternativa eficaz.

Segundo dados revelados pela Pesquisa Nacional de Saúde de 2013 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente 53% dos brasileiros fazem o uso de escova, creme e fio dental. A higiene mal feita pode acarretar em doenças bucais mais graves do que parecem.

Doenças bucais podem ser prevenidas com bons hábitos de higiene e alimentação

A higiene mal feita pode acarretar em doenças bucais mais graves do que parecem. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente 53% dos brasileiros fazem o uso de escova, creme e fio dental.

De acordo com o cirurgião dentista, Carlos Cordeiro, a boca desempenha funções essenciais à saúde do nosso organismo como um todo. Além de possibilitar a fala, mastigação e a respiração, a boca é a maior cavidade do corpo com acesso direto ao meio ambiente. Devido a este contato com o externo, a cavidade bucal se tornou um dos principais locais de entrada de bactérias e microrganismos. E com isso podem provocar desde pequenas infecções até contaminações e implicações mais sérias.

Segundo Cordeiro, a higienização correta da boca pode evitar doenças e distúrbios bucais e dentários. “É necessário deixar claro que as principais causas das doenças bucais é o acúmulo de placa bacteriana. Além da prática do fumo, o alcoolismo e os maus hábitos alimentares”, ressalta.

Higienização correta

Para prevenir doenças bucais, Carlos orienta que os pacientes escovem os dentes e façam o uso diário do fio dental após as refeições. As pessoas devem optar por produtos de higiene bucal com flúor e escovas com cerdas macias e arredondadas. Lembrando que as mesmas devem ser substituídas a cada três meses ou quando as cerdas entortarem.

Outros comportamentos que devem ser levados em consideração para o combate a doenças bucais é a manutenção de uma alimentação saudável. Ou seja, beber água, usar protetor solar labial, diminuir alimentos açucarados, entre outros, ajudam na prevenção.

Já para a identificação do câncer de boca, é preciso se atentar a alterações como a dificuldade de cicatrização de feridas na mucosa e entorno da cavidade oral.  Além do aparecimento de manchas brancas ou avermelhadas e o surgimento de sangramentos. No entanto, somente o dentista poderá identificar um possível caso da doença e encaminhar o paciente para um oncologista.

 

A má postura na infância pode desencadear em diversos problemas na vida adulta de milhares de pessoas. De acordo com a SBED (Sociedade Brasileira para Estudo da Dor), três em cada dez brasileiros se queixam de dor.

Dor na idade adulta pode ser consequência de má postura na infância

A má postura na infância pode desencadear em diversos problemas na vida adulta de milhares de pessoas. De acordo com a SBED (Sociedade Brasileira para Estudo da Dor), três em cada dez brasileiros se queixam de dor. Estudos sobre dor crônica no Brasil mostram que a prevalência varia de 30% a 50%.

Segundo o médico ortopedista, Lafayette Lage, as queixas mais comuns são dor nas costas e no pescoço. Mas há também um determinado tipo de dor de cabeça que está associado a problemas de má postura.

O médico alerta que muitas queixas de dor crônica na fase adulta estão diretamente ligadas a maus hábitos posturais na infância. “Os problemas de má postura em crianças começam cedo. Antes mesmo de ir para a escola, os adultos acham graça quando a criança se senta em forma de W, desconhecendo os riscos que a repetição desse hábito acarreta para a fase adulta. Ao sentar-se em forma de W ela busca maior equilíbrio do tronco e estabilização do quadril. Quando os pais não interferem nesse padrão, ela não desenvolve recursos de movimento mais maduros”, afirma Lage.

Desencadeamento de outras dores no corpo

Segundo o especialista, esse tipo de padrão pode causar um desvio rotacional do fêmur ou da tíbia, levando ao desalinhamento da articulação da patela do que, por consequência, leva à condropatia e provoca muita dor no joelho de jovens e adultos.

“Essa é, inclusive, uma das causas do amolecimento da cartilagem que envolve a patela (rótula). A melhor coisa a se fazer é desestimular a criança a sentar-se desse jeito logo de início. Pois a postura ideal é em ‘posição de índio’, com as pernas cruzadas à frente do corpo”.

No caso de crianças e adolescentes em fase escolar, Lage chama atenção para a quantidade de horas que os alunos passam sentados em sala de aula. “É grande o número de crianças que se queixam de dores no corpo durante as aulas. O problema é que os adultos não levam isso tão a sério quanto deveria”, avalia o médico.

Posição ideal para dormir

O médico faz outro alerta para a má postura na hora de dormir. “A pior posição para pegar no sono é a de bruços, com o pescoço voltado para um dos lados. Imagine passar horas durante a noite – principalmente quem pouco se mexe – com a espinha dorsal fazendo um S. Com o passar dos anos, é praticamente impossível que não haja queixas de problemas musculares, compressão nos nervos, e até mesmo de dor de cabeça.”

A posição mais comum, que é a fetal, pode ser boa para quem tem problemas de ronco, mas não deixa de forçar o pescoço no travesseiro.

Sendo assim, a pessoa deve pelo menos encontrar um travesseiro que tenha a altura exata da largura do seu ombro, onde a cabeça fique bem apoiada e o pescoço possa descansar enquanto dorme. Ainda de acordo com o especialista, a posição de barriga para cima é ideal para quem sofre de dores no pescoço e nas costas. Ou seja, vale acostumar a criança a dormir de barriga para cima desde cedo”, finaliza.

 

Mesmo em tempos de pandemia, é importante as pessoas não deixarem de lado o check-up regular para prevenir e tratar doenças oftalmológicas, como o glaucoma.

Estresse pode aumentar risco de glaucoma

Mesmo em tempos de pandemia, é importante as pessoas não deixarem de lado o check-up regular para prevenir e tratar doenças oftalmológicas, como o glaucoma. Segundo a Organização Mundial da Saúde, essa é a principal causa de cegueira irreversível no mundo. O oftalmologista especialista em glaucoma, Ricardo Yuji Abe, explica que “o diagnóstico precoce e o tratamento adequado do glaucoma são fundamentais”.

O oftalmologista ressalta também que uma proporção significativa dos pacientes com glaucoma pode apresentar transtornos de depressão e/ou ansiedade. Portanto é uma situação que merece mais atenção com a necessidade de distanciamento social imposta pelo combate à Covid-19.

Segundo ele, uma dúvida muito comum dos pacientes é se o estresse pode aumentar a pressão do olho. “Diversos estudos têm mostrado o aumento da prevalência de distúrbios de ansiedade e depressão, sendo o estresse um dos responsáveis por isso. Infelizmente, esses distúrbios parecem ser a doença do século. Dessa forma a investigação do efeito do estresse no aumento da pressão intraocular é fundamental”, explica Yuji Abe.

Aumento da pressão intraocular

Um estudo realizado no Hospital Oftalmológico de Brasília, conduzido pelo Dr. Yuji Abe em parceria com o Hospital das Clínicas da UNICAMP, conseguiu correlacionar o aumento do cortisol salivar e o aumento da pressão intraocular após um teste padronizado para induzir o estresse psicológico.

A conclusão do trabalho foi recentemente aceita para publicação no periódico internacional “Ophthalmology Glaucoma”. “Após induzirmos o estresse psicossocial nos voluntários, ocorreu um aumento do cortisol salivar e da frequência cardíaca. Isso causou também um aumento na pressão intraocular. Em 35% dos pacientes esse aumento chegou a mais de 2mmHg, que é um valor considerável. Ou seja, os achados deste estudo são importantes pois demonstram que o estresse psicossocial pode aumentar a pressão intraocular”.

A pressão intraocular elevada é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença. Na maioria das vezes o paciente não sente nada e pode levar meses ou até anos para note alguma alteração no campo de visão. Por isso o cuidado constante com a saúde dos olhos é importante.

Após grande período de quarentena, as aulas das crianças retornam e com elas um velho desafio para os pais: como fazer uma lancheira escolar saudável.

O desafio da lancheira escolar saudável

Após grande período de quarentena, as aulas das crianças retornam e com elas um velho desafio para os pais: como fazer uma lancheira escolar saudável. As prateleiras dos supermercados estão repletas de opções práticas, porém com baixo ou nenhum valor nutricional.

A PHD em Pediatria pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Denise Lellis, enfatiza que as opções de lancheira escolar saudável não precisam ser complicadas. Os lanches devem ser simples e as quantidades devem ser pequenas para evitar que a criança chegue sem fome à refeição principal.

“Os pais têm muito medo de que seus filhos passem fome, entretanto, não aceitar o lanche todo pode ser normal para a maioria das crianças. Quem come demais no lanche pode ter problemas de aceitação das grandes refeições ou até excesso de peso”, explica a pediatra.

A composição da lancheira deve ser equilibrada. No caso de líquido, opte sempre por água ou água de coco. “As bebidas açucaradas como sucos de caixinha e refrigerantes devem ser abolidas das lancheiras e das cantinas escolares”, alerta Lellis.

“As opções feitas em casa são sempre as melhores. Mas quando não for viável, prefira os alimentos processados com o menor número possível de ingredientes. Existem iogurtes com até cinco ingredientes e outros com apenas dois ingredientes (leite e fermento) e ambos conterão as palavras “Iogurte Natural” na embalagem. Isso serve para biscoitos, bolachas e qualquer outro alimento que não seja natural (in natura)”, orienta a pediatra.

Comportamento alimentar

Nem sempre a criança vai querer o lanche. Nessas situações não se deve forçar ou substituir. “Quando os pais percebem que a criança aceita mais um tipo de lanche e não aceita outros, eles tendem a repetir a lancheira, mas isso dificulta que a crianças se adaptem a novos alimentos.

Além disso, os alimentos mais aceitos, em geral, são os ricos em sal, açúcar e gordura e isso pode também estar associado à obesidade infantil no futuro. “Às vezes o lanche simplesmente não é necessário. Algumas crianças ficam muito bem comendo 3 vezes ao dia. Algumas escolas e famílias chegam a oferecer 6 até 7 refeições por dia, contanto com os lanches”, ressalta a especialista.

Lanches oferecidos pela escola

A escola tem a grande oportunidade de colocar em prática muitas recomendações que nem os pais conseguem cumprir no dia a dia. A parceria e o alinhamento entre a família e a escola podem ser o melhor caminho para que se construa uma geração bem nutrida e com uma boa relação com a comida.

A pediatra lista abaixo três exemplos para uma lancheira escolar saudável:

Lancheira 1

  • 1 fatia de mamão formosa picado
  • 1 pacote individual de palitos salgados integrais
  •  1 colher de sopa de requeijão caseiro

Lancheira 2

  • 1 laranja descascada
  • 3 pãezinhos caseiros integrais com geleia de frutas caseira
  • 2 nozinhos de Mozarela

Lancheira 3

  • 10 tomates cereja
  • 1 pacotinho individual de granola
  • 1 pote de iogurte caseiro (se necessário adoçar com uma colher de chá de mel)

 

A anemia é caracterizada pela deficiência na concentração de hemoglobina. É um elemento do sangue que tem a função de transportar oxigênio do pulmão para as células do organismo, na produção de hemácias ou de glóbulos vermelhos.

Conheça os principais alimentos que previnem a anemia

A anemia é caracterizada pela deficiência na concentração de hemoglobina. É um elemento do sangue que tem a função de transportar oxigênio do pulmão para as células do organismo. A queda na hemoglobina tem como consequência um enfraquecimento geral na performance do corpo. Além de gerar cansaço, fraqueza, raciocínio lento, tontura, falta de ar e indisposição. Este problema pode ser tratado com medicamentos, reposição de ferro e ajustes na alimentação.

A hematologista Indianara Brandão explica que a deficiência de ferro é uma das principais causas da anemia e é secundária à perda de sangue ou à sua má absorção. “Parasitoses intestinais, úlcera, câncer no trato gastrointestinal, gestação, cirurgia bariátrica, doença celíaca ou fluxo menstrual aumentado, são alguns fatores deste tipo de anemia. Investigar a causa é muito importante para determinar o tratamento mais adequado”.

Segundo a especialista, os alimentos mais indicados para combater a anemia são os ricos em ferro, como fígado, carne vermelha e feijão. Consumir alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão ou morango, também pode ajudar a amenizar o problema. Já que a vitamina melhora a absorção do ferro pelo organismo.

A médica explica que “incluir esses alimentos na dieta pode garantir a quantidade de ferro necessária no corpo, aumentando os níveis de hemoglobina no sangue. Entretanto, saber o tipo de anemia e sua causa é fundamental para o sucesso do tratamento. Ou seja, é preciso consultar um médico”, pondera.

Veja os 7 alimentos mais indicados para combater a anemia:

Carnes vermelhas

Contêm grande quantidade de ferro e vitamina B12 e, por isso, devem ser consumidas, de duas a três vezes na semana. É uma boa fonte de proteína animal.

Vegetais escuros

Salsa, espinafre ou rúcula, além de serem ricos em ferro, também são fontes de cálcio, vitaminas, betacaroteno e fibras, ótimos para manter o equilíbrio do organismo.

Beterraba

Devido ao alto teor de ferro, a beterraba é uma ótima opção para combater a anemia. Por isso, uma boa forma de utilizá-la é misturada em saladas ou em sucos, que devem ser ingeridos diariamente.

Feijão preto

O alimento é rico em ferro, mas, para melhorar sua absorção, é importante acompanhar a refeição com sucos de frutas cítricas. A vitamina C melhora a absorção do ferro.

Frutas ricas em vitamina C

Laranja, limão, tangerina, morango, abacaxi, acerola, caju, maracujá, romã ou mamão são ricas em vitamina C e potencializam a absorção do ferro.

Rins, fígado ou coração de galinha

Essas partes específicas das carnes também possuem grande concentração de ferro e vitamina B12. Grelhados ou cozidos podem ser incluídos na alimentação.

Pão de cevada e pão integral

Contém alto teor de ferro, por isso, pessoas que têm anemia devem substituir o pão branco por essas opções.

 

Estudos estimam que pessoas que sentem muita irritação e raiva têm quatro a cinco vezes mais chances de desenvolver doenças do coração que pessoas menos iradas.

Muita irritação e raiva podem provocar doenças no coração

Estudos estimam que pessoas que sentem muita irritação e raiva têm quatro a cinco vezes mais chances de desenvolver doenças do coração que pessoas menos iradas. Segundo o médico psiquiatra Cyro Masci, na década de 1950, médicos e advogados americanos foram analisados através de questionários específicos para raiva. Entre os que tinham pontuação baixa para agressividade, 2% dos médicos e 4% dos advogados haviam falecido antes dos 50 anos de idade. Já entre os de pontuação elevada, 14% dos médicos e 20% dos advogados estavam mortos antes de completar 50 anos.

Segundo o especialista, “outros estudos relacionaram maior mortalidade entre indivíduos que desconfiavam das pessoas em geral ou que sentiam e expressavam raiva de maneira frequente”. Determinadas características de personalidade, como tendência a evitar pessoas ou preocupação ansiosa, não ficaram relacionadas com morte precoce.

“No meio científico, portanto, é bastante aceito o princípio de que raiva mata. E a agressividade não é o único fator emocional que leva a doenças, mas ocupa lugar de destaque”, afirma Cyro Masci.

Contra o senso comum

Ainda segundo o psiquiatra, isso contraria o senso comum de que “guardar” a raiva é o que faz mal à saúde. “Durante episódios de manifestação de muita irritação e raiva explícita, a pressão arterial sobe, o pulso aumenta, o cortisol chega a ser secretado até 20 vezes mais que o normal e parece haver um aumento considerável na produção de radicais livres”, relata.

De acordo com o médico, pessoas que controlam a raiva podem sentir maior desconforto subjetivo do que os que a expressam. Durante muito tempo, discutiu-se nos meios médicos se o melhor seria expressar a raiva e sentir alívio ou arrumar um jeito de dar fim à ira, sem expressá-la.

Essa última alternativa tem se mostrado francamente superior. Em poucas palavras, se a pessoa deseja viver mais e melhor, convém aprender a modular a agressividade, a aprimorar a tolerância, a controlar o “pavio curto”, aconselha o psiquiatra. Segundo Cyro Masci, “existem formas de tratamentos médicos integrativos que facilitam o controle dos impulsos emocionais, como fitoterápicos, homeopáticos ou nutracêuticos”. Tais procedimentos “podem auxiliar a modular as áreas cerebrais que controlam as reações emocionais de irritação e raiva, ajudando a diminuir a agressividade desproporcional, e desse modo ajudar a prevenir as doenças relacionadas à hostilidade”, finaliza.

 

Problemas respiratórios, como a sinusite, se tornam mais comuns no outono e no inverno devido a chegada dos dias mais frios e secos.

Sinusite é mais recorrente no tempo frio e seco, segundo especialista

A sinusite se torna mais comum no outono e no inverno devido a chegada dos dias mais frios e secos. De acordo com a Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço (AAO-HNSF), a doença afeta cerca de um a cada oito adultos nos Estados Unidos, sendo a causa da prescrição de antibióticos para adultos.

A sinusite é uma inflamação nas maçãs do rosto e na testa, além de atingir as vias respiratórias superiores. Segundo o otorrinolaringologista Flavio Henrique Barbosa, “em algumas regiões no mundo, até 40% dos adolescentes apresentam quadros da doença, sendo mais comuns em locais frios ou de grande variação climática”.

As mucosas existentes nas vias aéreas tendem a ressecar e ficarem irritadas com o tempo frio e seco, aliado a poluição. Dessa forma, elas se tornam um ponto propício para o aparecimento de bactérias e fungos, o que causa a infecção. A sinusite também pode decorrer de uma rinite, muito comum também e que pode ser alérgica ou viral.

Diagnóstico e tratamentos

“A doença pode ser aguda, quando os sintomas estão presentes por um período inferior a 12 semanas, ou crônica, quando o problema persiste por mais de três meses. Os casos mais graves são tratados com antibióticos”, explica o médico. Os principais sintomas da doença são cansaço, espirros, dor de cabeça na altura dos olhos, sensibilidade à luz, obstrução nasal, além de febre e tosse.

Para suavizar os incômodos, a orientação é que os pacientes façam lavagem nasal com soro fisiológico diariamente e mantenham uma boa hidratação tomando bastante água.

De acordo com o especialista, muitas pessoas que acreditam ter sinusite crônica, possuem na verdade um quadro recorrente de sinusite aguda. “O tratamento é diferente em cada caso, por isso é importante obter o diagnóstico correto. Nos casos da doença crônica, a cirurgia de sinusectomia pode ser uma opção para o tratamento e cura. Existem casos de sinusite fúngica, que não apresentam melhoras com antibióticos comuns. Além disso, existem exames específicos, como a nasofibroscopia, que ajudam no diagnóstico correto”, finalizou.

A infertilidade feminina é um problema que afeta muitas mulheres, principalmente após os 35 anos de idade. Conforme a idade avança, a taxa de ovulação começa a cair, bem como as chances de engravidar.

Entenda as principais causas da infertilidade feminina

A infertilidade feminina é um problema que afeta muitas mulheres, principalmente após os 35 anos de idade. Conforme a idade avança, a taxa de ovulação começa a cair, bem como as chances de engravidar.

Além do próprio processo de envelhecimento, existem outras causas que podem aumentar as possibilidades de infertilidade feminina. O especialista em Reprodução Humana, Alfonso Massaguer, lista abaixo os principais fatores que causam a infertilidade feminina, veja:

Endometriose

De acordo com o especialista, a endometriose é uma das principais causas de queda na taxa de fertilidade. Isso porque o endométrio acaba revestindo outros órgãos além do útero, e muitas vezes o diagnóstico da doença é tardio, comprometendo a produção de óvulos que é diretamente afetada.

Mioma

É um outro fator que pode ocasionar a infertilidade feminina. Apesar de ser um tumor benigno, o mesmo se desenvolve no útero. “O mioma surge nas camadas musculares e cresce tanto por dentro como por fora do útero, podendo acometer também a região do colo do útero”, explica Alfonso.

Alterações Tubárias

O surgimento de alterações tubárias que são encurtamentos, deformações e obstruções nas tubas que afetam diretamente a concepção, podem aumentar em até 35% a taxa de infertilidade feminina, segundo o médico.

Distúrbios hormonais

Os distúrbios hormonais também podem diminuir a fertilidade das mulheres. Isso porque a produção de hormônios está diretamente ligada a ovulação. Elas acabam dificultando não só o crescimento dos óvulos, como também, a liberação. Esses distúrbios hormonais podem ser desencadeados por uma série de fatores que vão desde o uso de determinados medicamentos, até doenças como o hipertireoidismo.

Síndrome dos Ovários Policísticos

A síndrome dos ovários policísticos, também conhecida como SOP é caracterizada pelo desenvolvimento de cistos que aumentam o tamanho dos ovários. Com isso, a fertilidade é diretamente afetada. O mal atinge pelo menos 7% das mulheres em idade reprodutiva.

Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s)

Várias doenças sexualmente transmissíveis também podem desencadear a infertilidade feminina, como a gonorreia e a clamídia, por exemplo. Isso porque, elas afetam não apenas o aparelho reprodutor da mulher, mas também na saúde como um todo.

Causas Genéticas

Um dos maiores fatores de infertilidade feminina são justamente causas genéticas. Muitas mulheres já têm uma pré-disposição em desenvolvê-la. Geralmente ela surge por conta de casos de doenças como endometriose na família.

Doenças Crônicas

Doenças crônicas como a diabetes também podem desencadear a infertilidade feminina, pelo fato de gerar uma série de alterações no corpo, inclusive hormonais.

Uso Prolongado de Anticoncepcionais

Muitas mulheres fazem uso prolongado de anticoncepcionais, e isso também pode ser um dos fatores de infertilidade. Muitas mulheres precisam ficar até um ano sem tomar qualquer tipo de medicamento do gênero para conseguirem engravidar. Já outras, precisam buscar alternativas, como a fertilização in vitro. Uma coisa importante para as mulheres que desejam engravidar é procurar um especialista. “Somente um médico especializado em fertilidade poderá verificar os níveis de fertilidade, indicando assim o tratamento adequado. Além disso, existem vários cuidados que evitam a infertilidade feminina. Desde manter uma boa alimentação até fazer consultas e exames periódicos”, aconselha o especialista.

Covid-19 e Gravidez

Grávidas foram incluídas recentemente no grupo de risco para a doença. Dessa forma, o momento não é o mais adequado para engravidar. Por outro lado, mulheres com mais de 35 anos ou aquelas com alguma doença que comprometa os ovários, devem pesar o risco em aguardar por um tratamento.

Segundo o médico, “o congelamento de óvulos e embriões é uma técnica rotineira e que ajuda muito as mulheres que podem esperar passar esse período de pandemia.” Até o momento não há indícios de que a covid-19 cause infertilidade, por isso sempre consulte o seu médico.