Sal em excesso pode prejudicar a saúde. Saiba como substituir o tempero

Sal em excesso pode prejudicar a saúde. Saiba como substituir o tempero

O sal é um elemento vital para o equilíbrio no organismo, mas o consumo em excesso prejudica a saúde e pode causar doenças cardíacas e renais. O sódio está naturalmente presente em muitos alimentos, como na água de coco. Mas ele é largamente utilizado hoje como conservante em diversos produtos industrializados.

Alguns dos sintomas do excesso de sal no organismo são: inchaço nas pernas, mãos e tornozelos, falta de ar, dores ao andar, pressão sanguínea elevada e retenção urinária. Consulte um médico se você apresenta um ou mais sintomas e, inclusive, se você tem antecedentes de pressão alta na família.

Para ter uma vida saudável, procure diminuir o consumo do tempero no dia-a-dia. Evite pães, alimentos embutidos e defumados, comidas prontas industrializadas, carnes salgadas, conservas, refrigerantes, massas instantâneas e enlatados. Retire o saleiro da mesa para evitar excessos.

Sal light e marinho

O sal comum de cozinha é refinado e esse processo acaba eliminando muitos de seus minerais naturais.  O tempero refinado possui 40% de sódio e 60% de cloro. Já o sal light tem sabor mais suave e contém 30% de sódio. Esse tipo de condimento é complementado com potássio, por isso deve ser evitado por quem tem problemas renais.

O sal marinho não é refinado, por isso conserva os minerais e o enxofre, responsável por várias funções metabólicas no organismo.

Existem alguns alimentos que bloqueiam o excesso de sódio no organismo como: banana-prata, linhaça, suco de uva, iogurte desnatado, melancia, laranja e também a água. Se você já é uma pessoa hipertensa, procure orientação médica e nutricional para um melhor acompanhando do seu caso e cuide da sua saúde!

Fonte: Tua Saúde

Conheça os tipos de conjuntivite e saiba como tratá-los

Conheça os tipos de conjuntivite e saiba como tratá-los

Doença bastante comum no inverno, a conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, uma fina membrana que recobre os olhos (a parte branca). De acordo com o oftalmologista Arnaldo Gesuele, existem três tipos de conjuntivite: bacteriana, viral e alérgica.

A conjuntivite viral é a mais comum e também mais branda de todas. Geralmente é tratada com o uso de colírios lubrificantes ou anti-inflamatórios, tendo sua cura em cerca de três dias. Já a bacteriana é um pouco mais delicada, sendo transmitida via contato com secreções contaminadas.

O inverno é a estação mais propícia de surtos da doença. Nessa época, as pessoas tendem a ficar aglomeradas e em locais fechados, fatores que facilitam a transmissão do vírus pelo ar e pelo contato com indivíduos doentes.

Conjuntivite alérgica

A conjuntivite alérgica não é transmissível e está relacionada diretamente a fatores como alimentos como chocolate ou camarão. Também pode ser desencadeada pelo estado emocional do indivíduo, como alto nível de estresse.

Apesar de ser bastante comum, dificilmente deixa sequelas quando o indivíduo busca atendimento médico. Nos três tipos da doença há bastante desconforto, pois os olhos ficam sensíveis à claridade, prejudicando as atividades diárias, mas com o tratamento adequado os sintomas tendem a não causar outros problemas.

É difícil prevenir-se das conjuntivites, mas algumas medidas podem diminuir o risco de você adquirir uma conjuntivite, como não usar maquiagem de outras pessoas; evitar compartilhar toalhas de rosto; lavar as mãos com frequência e não colocá-las nos olhos.

É importante que haja o acompanhamento do oftalmologista para um diagnóstico preciso e tratamento adequado.

Fonte: Beneficência Portuguesa de São Paulo